O Palmeiras e o Porto jogaram no MetLife Stadium, onde o gramado, que é sintético, recebeu grama natural para a Copa do Mundo de Clubes. O atacante Estêvão disse que o campo estava lento no primeiro tempo por causa da falta de irrigação, o que dificultou o jogo. A chuva que caiu depois ajudou a melhorar as condições do gramado, tornando o jogo mais rápido. O técnico Abel Ferreira e o meia Raphael Veiga já tinham expressado preocupações sobre o estado do campo antes da partida. O Palmeiras, que treina em gramado natural em Greensboro, vai jogar novamente no MetLife Stadium na quinta-feira contra o Al-Ahly.
Alvo de preocupação antes da estreia na Copa do Mundo de Clubes, o gramado do MetLife Stadium, em Nova Jersey, foi testado durante a partida entre Palmeiras e Porto. O atacante Estêvão comentou que as condições do campo influenciaram o ritmo do jogo. Na sua visão, a falta de irrigação no primeiro tempo deixou a bola lenta, o que prejudicou o desempenho das duas equipes. A chuva que caiu posteriormente ajudou a melhorar a situação, proporcionando um jogo mais dinâmico.
O gramado do estádio é sintético, mas uma grama natural foi plantada especialmente para o torneio. No dia anterior ao jogo, os atletas não puderam treinar no campo, o que gerou apreensão entre os jogadores e a comissão técnica. O técnico Abel Ferreira e o meia Raphael Veiga expressaram suas preocupações sobre o estado do gramado. Após a partida, Ferreira destacou que a chuva foi benéfica, pois aumentou a velocidade do jogo e facilitou o domínio e a passagem da bola.
O Palmeiras, que costuma jogar em gramado sintético no Allianz Parque, tem treinado em Greensboro, onde utiliza um campo natural. A equipe volta a atuar no MetLife Stadium na próxima quinta-feira, enfrentando o Al-Ahly, em mais um desafio na competição internacional.
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