O livro “Pelé, o negão planetário”, escrito pelo antropólogo Antonio Risério, foi lançado e traz uma análise sobre como o futebol se relaciona com a política e questões raciais no Brasil. A obra explora a vida de Pelé e seu impacto na sociedade, abordando temas como a manipulação do futebol durante a ditadura, a influência da religião no esporte e a situação das mulheres na época. Na orelha do livro, Roberto da Matta comenta como Pelé, um jovem negro e pobre, se tornou um símbolo de soberania através de seu talento. Risério convida os leitores a refletirem sobre a história do Brasil por meio da trajetória de Pelé, que é um ícone não apenas do esporte, mas também de questões sociais importantes.
Chega às livrarias nesta segunda-feira, “Pelé, o negão planetário”, um ensaio do antropólogo Antonio Risério. A obra analisa a intersecção entre futebol, política e questões raciais, explorando a trajetória de Pelé e seu impacto no Brasil.
O livro aborda temas como a manipulação e militarização do futebol durante a ditadura, o papel da religião no esporte e a situação das mulheres na época de Pelé. Risério busca interpretar a realidade brasileira através da figura do jogador, que se tornou um ícone global.
Na orelha do livro, Roberto da Matta destaca como Pelé, um jovem negro e pobre, transformou-se no Rei Pelé, um símbolo de soberania por meio de seu desempenho em campo. A obra promete instigar reflexões sobre a cultura e a sociedade brasileira, utilizando o futebol como pano de fundo.
Risério, com sua análise profunda, convida os leitores a repensar a história do Brasil sob a perspectiva de um dos maiores atletas de todos os tempos. O lançamento é uma oportunidade para revisitar a trajetória de Pelé e seu legado, que transcende o esporte e toca em questões sociais relevantes.
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