Rodrigo Barneschi, cronista palmeirense, fala sobre sua experiência como torcedor em ambientes difíceis, comparando-a à solidão de Clint Eastwood no Velho Oeste. Durante a Copa do Mundo de Clubes em Nova York, muitos torcedores brasileiros se reuniram, especialmente palmeirenses e flamenguistas, em meio à indiferença dos americanos. Apesar da ausência dos botafoguenses, os palmeirenses se destacaram em lugares famosos como Times Square e Brooklyn Bridge. No MetLife Stadium, na estreia contra o Porto, havia apenas uma torcida, mas no jogo contra o Al Ahly, as arquibancadas estavam divididas. Os palmeirenses se sentiram em casa, ocupando um espaço atrás de um gol. A partida teve uma pausa por causa de uma ameaça de tempestade, mas só caiu algumas gotas. A venda de cerveja nos estádios, a um preço alto, não atraiu muitos torcedores. Em Manhattan, um cartaz da Fifa mostrava jogadores de clubes europeus que não estavam interessados na Copa. Barneschi acredita que o sucesso do torneio depende mais da paixão dos torcedores da América do Sul e da África do que do dinheiro dos europeus, já que esses torcedores continuam a apoiar seus times, mesmo sabendo que podem não avançar.
Rodrigo Barneschi, cronista palmeirense, compartilha suas experiências como torcedor visitante em ambientes hostis, comparando-as à solidão de Clint Eastwood no Velho Oeste. Durante a Copa do Mundo de Clubes em Nova York, a atmosfera foi diferente, com torcedores brasileiros se unindo em grande número.
A cidade, que recebeu as semifinais e a final do torneio, viu palmeirenses, flamenguistas e tricolores interagindo em meio à indiferença americana. Barneschi destaca que, apesar da ausência dos botafoguenses, os alviverdes se destacaram em locais icônicos como Times Square e Brooklyn Bridge. No MetLife Stadium, a estreia contra o Porto foi marcada por uma única torcida, enquanto no jogo contra o Al Ahly, as arquibancadas se dividiram.
As torcidas se comportaram como se estivessem em casa, com os palmeirenses ocupando a cabeceira atrás de um gol. A partida teve uma interrupção devido a uma ameaça de tempestade, mas apenas algumas gotas de chuva caíram. A venda de cerveja, liberada nos estádios americanos, não atraiu muitos torcedores, que consideraram o preço de 100 reais por um copo de bebida morna elevado.
De volta a Manhattan, um cartaz da Fifa exibia craques de clubes europeus que não demonstram interesse pela Copa. Barneschi reflete que o sucesso do novo Mundial depende mais da paixão dos torcedores sul-americanos e africanos do que do poder financeiro europeu. Esses torcedores, mesmo cientes de que suas equipes podem não avançar, continuam a apoiar seus times com fervor.
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