A FIFA está pensando em realizar a próxima Copa do Mundo de Clubes no Brasil em 2029, após o sucesso do torneio nos Estados Unidos. O evento, que já teve confrontos importantes entre clubes da Europa e da América do Sul, ganhou popularidade, especialmente entre os jovens. O presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou que é importante dar mais oportunidades a clubes de diferentes partes do mundo, não apenas os europeus. O Brasil já demonstrou interesse em ser o anfitrião, mas algumas ligas europeias, como a La Liga da Espanha, estão resistindo à ideia. Os jogos atraíram grandes públicos, com mais de 54 mil torcedores em algumas partidas, e os confrontos entre Flamengo e Chelsea e Boca Juniors e Bayern de Munique foram muito celebrados. A competição também se destacou nas redes sociais, com influenciadores ajudando a aumentar sua visibilidade. A FIFA tem investido em estratégias digitais para atrair um público mais jovem, usando elementos de “gameficação” e uma música tema que se tornou popular. Infantino busca parcerias com clubes de diferentes continentes, apesar da resistência de algumas ligas europeias, que citam problemas de calendário e financeiros. O apoio de associações de clubes e federações ao redor do mundo é importante para a continuidade do torneio.
A FIFA está considerando realizar a próxima edição da Copa do Mundo de Clubes no Brasil em 2029, após o sucesso da competição nos Estados Unidos. O torneio, que teve sua primeira edição marcada por embates entre clubes europeus e sul-americanos, ganhou popularidade global, especialmente entre os jovens. A entidade máxima do futebol reconhece que o desempenho dos clubes da América do Sul foi crucial para o sucesso do evento.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, destacou a importância de descentralizar o futebol, afirmando que “o futebol hoje é global, mas todas as receitas vão para o mesmo lugar.” Ele defende que mais clubes, não apenas europeus, tenham a chance de competir em nível mundial. O Brasil já manifestou interesse em sediar o torneio, enquanto a resistência vem principalmente das ligas europeias, como a La Liga da Espanha.
Os jogos da Copa do Mundo de Clubes atraíram grandes públicos, com destaque para as partidas que contaram com a presença de mais de 54 mil torcedores. Os embates entre Flamengo e Chelsea, e Boca Juniors e Bayern de Munique, foram especialmente celebrados. A competição também se destacou no ambiente digital, com forte engajamento nas redes sociais, onde influenciadores e jogadores contribuíram para a promoção do evento.
Foco no Digital
A FIFA tem investido em estratégias digitais para atrair um público mais jovem. A estética do torneio, com elementos de “gameficação”, tem sido uma das inovações. A música tema, adaptada de um hit eurodance, se tornou um meme popular entre torcedores. Além disso, a presença de influenciadores como Luva de Pedreiro e Speed nas redes sociais ajudou a aumentar a visibilidade do torneio.
Infantino tem buscado construir alianças com clubes de diferentes continentes, promovendo o futebol fora da Europa. A resistência de algumas ligas europeias, que alegam problemas de calendário e financeiros, não impediu a FIFA de avançar com seus planos. O apoio de associações de clubes e federações ao redor do mundo tem sido fundamental para a continuidade do torneio.
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