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20% das jogadoras da Euro se identificam como parte da comunidade LGBTQIAPN+

Euro feminina de futebol inicia na Suíça com 19,8% de jogadoras LGBQTIAPN+ e casais competindo entre si, destacando inclusão e visibilidade.

Harder e Eriksson (esq.) e Mead e Miedema (dir.) são casais que se enfrentarão na Euro (Foto: Reprodução/Redes sociais)
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A Euro feminina de futebol começa na Suíça no dia 2 de julho, com 16 seleções e 368 jogadoras. Um estudo revelou que 73 dessas atletas, cerca de 20%, se identificam como parte da comunidade LGBQTIAPN+, com o País de Gales tendo o maior número, com nove jogadoras. O torneio acontece durante o mês do Orgulho LGBQTIAPN+ e contará com casais de atletas competindo, como Pernille Harder e Madgdalena Eriksson, que se enfrentarão no dia 4 de julho. Outras jogadoras em relacionamentos incluem Laura Deloose e Tine de Caigny, da Bélgica, e Rachele Baldi e Giada Greggi, da Itália. A Islândia é o único país participante sem jogadoras LGBQTIAPN+. As treinadoras Pia Sundhage, da Suécia, e Rhian Wilkinson, do País de Gales, também fazem parte da comunidade. A presença dessas jogadoras torna o evento um marco de visibilidade e inclusão.

Na próxima quarta-feira, 2 de julho, a Euro feminina de futebol terá início na Suíça, reunindo 16 seleções e 368 atletas em busca do título. Um levantamento da Outsports revela que 73 jogadoras, cerca de 19,8%, se identificam como parte da comunidade LGBQTIAPN+. O País de Gales se destaca, com nove atletas dessa comunidade, representando 39% do elenco.

O torneio, que coincide com o mês do Orgulho LGBQTIAPN+, contará com casais de atletas competindo entre si. Entre elas, a dinamarquesa Pernille Harder enfrentará sua noiva, a sueca Madgdalena Eriksson, na estreia das seleções do Grupo C, em 4 de julho. Além disso, a holandesa Vivianne Miedema e a inglesa Beth Mead, campeãs da Euro em 2017 e 2022, se encontrarão na segunda rodada do Grupo D.

Casais em Campo

Jogadoras de diferentes seleções também estão em relacionamentos. A Bélgica terá Laura Deloose e Tine de Caigny, enquanto a Itália conta com Rachele Baldi e Giada Greggi. É importante notar que países como Itália e Polônia não reconhecem o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

A Outsports destaca que a Islândia é o único dos 16 países participantes sem representantes LGBQTIAPN+ em seu elenco. A treinadora da Suécia, Pia Sundhage, e a técnica galesa Rhian Wilkinson também fazem parte da lista de personalidades LGBQTIAPN+ na Euro.

Com a presença significativa de jogadoras da comunidade LGBQTIAPN+, a Euro feminina de futebol promete ser um evento não apenas esportivo, mas também um marco de visibilidade e inclusão.

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