- O Botafogo protocolou ações judiciais para retomar o controle da Sociedade Anônima do Futebol (SAF), alegando descumprimentos contratuais pela Eagle Football Holdings.
- A reestruturação de poder na gestão da SAF inclui a nomeação de Christopher Mallon como diretor independente.
- A Eagle Football Holdings firmou um acordo com credores, aceito por John Textor, que exige a elaboração de um plano de negócios e orçamento para 2025.
- O Botafogo argumenta que a holding tenta impedir decisões unilaterais de Textor, que teria aprovado um empréstimo de 100 milhões de euros sem consulta a Mallon.
- O clube também informou que está sendo sondado por investidores interessados em aportar R$ 120 milhões em novos investimentos.
O Botafogo protocolou ações judiciais para retomar o controle da Sociedade Anônima do Futebol (SAF), alegando descumprimentos contratuais pela Eagle Football Holdings. A medida ocorre em meio a uma reestruturação de poder na gestão da SAF, que inclui a nomeação de Christopher Mallon como diretor independente.
Recentemente, a Eagle Football Holdings firmou um acordo com seus credores, que foi aceito por John Textor. O documento estabelece que Mallon deve elaborar um plano de negócios e orçamento para 2025, focando na redução da dívida do clube. O acordo também garante que Mallon tenha acesso a informações financeiras e operacionais da SAF.
Em resposta às ações da Eagle, o Botafogo argumenta que a holding busca impedir decisões unilaterais de Textor, que teria aprovado um empréstimo de 100 milhões de euros sem a consulta de Mallon. A holding processou o Botafogo, alegando que Textor atuou sem autorização e tentou reduzir sua participação na SAF.
O Botafogo, por sua vez, destaca que pode retomar o controle da SAF se identificar inadimplência por parte da Eagle. O clube também informou à Justiça que está sendo sondado por investidores interessados em aportar recursos, com uma promessa de R$ 120 milhões em novos investimentos.
A disputa entre a Eagle e o Botafogo levanta preocupações sobre a integridade institucional do clube. Os advogados do Botafogo enfatizam que a continuidade do litígio pode gerar insegurança para investidores e afetar negativamente a gestão do clube. A 3ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro já congelou as ações da Eagle na SAF, mantendo Textor no comando.
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