- Roque Citadini, ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, anunciou sua candidatura à presidência do Corinthians.
- Ele afirmou que a crise financeira do clube é “quase sem saída” e que os próximos meses serão desafiadores.
- Citadini criticou a gestão atual e destacou a necessidade de cortar gastos e reestruturar as finanças do clube.
- Ele concorrerá contra Osmar Stábile, atual presidente interino, e André Castro, que promete um investimento de US$ 1 bilhão.
- Citadini propõe um novo ProFut, com punições mais severas para dirigentes que extrapolarem orçamentos e defende a transparência nas contas do clube.
Roque Citadini, ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, anunciou sua candidatura à presidência do Corinthians, afirmando que a crise financeira do clube é “quase sem saída”. Citadini, que deixou o TCE-SP em 19 de setembro, decidiu adiar uma viagem à Croácia para se candidatar, destacando a gravidade da situação atual do clube.
Em entrevista ao Estadão, Citadini alertou que os próximos meses serão desafiadores, independentemente de quem vencer a eleição marcada para 25 de setembro. Ele concorrerá contra Osmar Stábile, atual presidente interino, e André Castro, que promete um investimento de US$ 1 bilhão. Citadini criticou a gestão atual, afirmando que “não dá mais para antecipar receita” e que a estabilidade proposta por Stábile não é uma solução viável.
Citadini enfatizou a necessidade de cortar gastos e reestruturar as finanças do Corinthians, que enfrenta dívidas acumuladas e atrasos em salários e impostos. Ele mencionou que a situação é semelhante à de outros grandes clubes, como São Paulo e Santos, que também enfrentam dificuldades financeiras. O candidato defendeu a implementação de um novo ProFut, com punições mais severas para dirigentes que extrapolarem orçamentos.
Além disso, Citadini criticou a exploração da Neo Química Arena, que considera uma solução, mas mal aproveitada. Ele propõe que o foco da nova gestão seja a reabilitação financeira do clube, evitando o uso de cartões corporativos e priorizando a transparência nas contas. A eleição será um momento crucial para o Corinthians, que precisa urgentemente de uma nova direção para enfrentar a crise.
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