- O Ministério da Fazenda instaurou trinta e cinco processos de sanção contra casas de apostas que realizaram apostas ilegais na Copa São Paulo de Futebol Júnior, conhecida como Copinha.
- A prática é proibida por lei para proteger jovens atletas.
- Em dezembro de dois mil e vinte e quatro, o ministério já havia proibido apostas e patrocínios de casas de apostas no evento.
- Durante a competição, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) identificou trinta e dois anúncios irregulares de apostas.
- A Fazenda alerta sobre os riscos associados à exposição a apostas, como problemas de saúde mental e impacto nas relações sociais e desempenho acadêmico dos jovens.
O Ministério da Fazenda instaurou 35 processos de sanção contra casas de apostas que realizaram apostas ilegais durante a Copa São Paulo de Futebol Júnior, conhecida como Copinha. Essa prática é proibida por lei, visando proteger os jovens atletas que participam do torneio.
Em dezembro de 2024, o ministério já havia emitido uma nota técnica que vedava não apenas as apostas, mas também qualquer tipo de patrocínio de casas de apostas nos uniformes e nas transmissões da competição. O secretário de Prêmios e Apostas, Regis Dudena, destacou que as empresas processadas tiveram a oportunidade de se defender, mas a oferta de apostas em eventos voltados para o público sub-21 resultou em penalidades.
Processos e Fiscalização
O processo sancionador começa com uma análise interna da Secretaria de Prêmios e Apostas, que solicita explicações às empresas suspeitas. Se as respostas não forem satisfatórias, o caso é encaminhado para uma subsecretaria que avalia as evidências e decide sobre a sanção. As casas de apostas ainda têm a possibilidade de recorrer, podendo levar o caso até o secretário de Prêmios e Apostas.
Durante a Copinha, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) identificou 32 anúncios irregulares de apostas, incluindo propagandas exibidas durante a apresentação de crianças. A nota técnica do ministério enfatiza que o evento não deve associar jovens atletas ao mercado de apostas, evitando a promoção de comportamentos de risco.
Riscos Associados
A Fazenda alerta que a exposição a apostas pode acarretar riscos à saúde mental, relações sociais e desempenho acadêmico dos jovens. O ministério promete divulgar os nomes das casas de apostas processadas após o término dos recursos legais. A ação visa garantir a integridade dos campeonatos de base e proteger a juventude de práticas prejudiciais.
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