- Ilya Zabarnyii, zagueiro do Paris Saint-Germain, foi contratado por 63 milhões de euros em agosto.
- Em sua primeira entrevista, ele declarou que não mantém relações com russos, incluindo o goleiro Matvey Safonov.
- Zabarnyii afirmou que a guerra entre Ucrânia e Rússia é um ataque à liberdade da Ucrânia e que “os russos são os agressores”.
- Ele apoia o isolamento do futebol russo enquanto a guerra continuar.
- Desde sua chegada, Zabarnyii atuou como titular em duas das três partidas do Campeonato Francês, enquanto Safonov ainda não jogou nesta temporada.
O zagueiro Ilya Zabarnyii, contratado pelo Paris Saint-Germain por 63 milhões de euros em agosto, abordou a guerra entre Ucrânia e Rússia em sua primeira entrevista desde a chegada ao clube. Em declaração ao canal ucraniano Football 360, ele afirmou que não mantém relações com russos, incluindo o goleiro Matvey Safonov, que faz parte do elenco do PSG.
Zabarnyii destacou que a guerra, que já dura quatro anos, é um ataque à liberdade e à independência da Ucrânia. Ele enfatizou: “Os russos são os agressores”. Ao ser questionado sobre a convivência com Safonov, o zagueiro afirmou que sua interação é estritamente profissional, ressaltando que “apoio plenamente o isolamento total do futebol russo no mundo” enquanto a guerra persistir.
A contratação de Zabarnyii gerou controvérsia desde o início, especialmente por conta da presença de Safonov no time. O PSG já havia demonstrado interesse no defensor anteriormente, mas a situação política e o receio de conflitos no vestiário atrasaram a negociação. Mesmo assim, o diretor esportivo Luis Campos avançou nas tratativas e oficializou a contratação.
Situação no PSG
Desde sua chegada, Zabarnyii atuou como titular em duas das três partidas do PSG no Campeonato Francês. Por outro lado, Safonov ainda não teve oportunidades nesta temporada, sendo uma opção para o goleiro titular Lucas Chevalier. Na temporada passada, Safonov participou de 17 jogos, incluindo dois pela Liga dos Campeões.
O técnico Luis Enrique foi questionado sobre a situação, mas evitou entrar em questões políticas, afirmando que “o futebol tem que estar acima de qualquer pensamento político”.
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