- O governo brasileiro enviou um projeto de lei ao Congresso para fortalecer o futebol feminino.
- A proposta inclui a alocação de recursos para o desenvolvimento da modalidade, mas não especifica valores.
- O projeto estabelece limites para a participação de atletas não profissionais nas competições: até quatro jogadoras amadoras na principal divisão e até seis nas divisões inferiores.
- Também será criado um órgão específico para promover políticas públicas voltadas ao futebol feminino.
- Para ser reconhecida como formadora de atletas, uma organização deve garantir atendimento ginecológico às jogadoras.
O governo brasileiro enviará um projeto de lei ao Congresso nesta sexta-feira, visando fortalecer o futebol feminino no país. A proposta inclui a alocação de recursos para o desenvolvimento da modalidade, embora não especifique valores ou fontes de financiamento.
O projeto estabelece limites para a participação de atletas não profissionais nas competições. Na principal divisão nacional, cada equipe poderá inscrever até quatro jogadoras amadoras. Nas divisões inferiores e nas competições estaduais, o limite será de seis atletas não profissionais, enquanto em outras competições profissionais, até oito jogadoras poderão ser incluídas.
Além disso, a proposta prevê a criação de um órgão específico para avaliar e promover políticas públicas voltadas ao crescimento do futebol feminino. Para que uma organização esportiva seja reconhecida como formadora de atletas, deverá garantir atendimento ginecológico às jogadoras.
Essas medidas visam não apenas aumentar a visibilidade do futebol feminino, mas também proporcionar um ambiente mais seguro e estruturado para as atletas. O governo espera que a implementação dessas políticas contribua para o desenvolvimento sustentável da modalidade no Brasil.
Entre na conversa da comunidade