- Flamengo adquiriu oito máquinas Keiser por US$ 1 milhão para treinos de força e potência.
- Corinthians negocia a compra de uma cápsula de flutuação Acqua Float, custando entre R$ 120 mil e R$ 150 mil.
- Mirassol comprou 50 anéis inteligentes de monitoramento de sono por R$ 150 mil.
- São Paulo iniciou um projeto de análise genética em parceria com a Sommos, com 50 atletas das categorias de base.
- Palmeiras investiu cerca de R$ 5 milhões em tecnologias de neurociência, incluindo realidade virtual.
Clubes da Série A investem em tecnologias para aprimorar atletas
Os principais clubes da Série A do Brasileirão têm se destacado por investimentos em tecnologias para melhorar a preparação física e mental de seus atletas. Recentemente, Flamengo, Corinthians, Mirassol, São Paulo e Palmeiras intensificaram seus esforços nesse sentido.
O Flamengo adquiriu oito máquinas Keiser por US$ 1 milhão para treinos de força e potência. O Corinthians negocia a compra de uma cápsula de flutuação Acqua Float, que custa entre R$ 120 mil e R$ 150 mil. O Mirassol comprou 50 anéis inteligentes de monitoramento de sono por R$ 150 mil. O São Paulo iniciou um projeto de análise genética em parceria com a Sommos, envolvendo 50 atletas das categorias de base. O Palmeiras investiu cerca de R$ 5 milhões em tecnologias de neurociência, incluindo a realidade virtual.
Inovação como estratégia
A busca por novas estratégias para otimizar a preparação dos atletas é constante entre os clubes, devido às exigências do futebol moderno. Essa tendência tem se tornado uma aliada estratégica para equipes de ponta.
Flamengo investe em máquinas Keiser
O Flamengo adquiriu recentemente oito máquinas da marca Keiser, instaladas no CT Ninho do Urubu. O investimento foi de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,4 milhões). Os equipamentos permitem treinos de força, potência e aceleração, além de medir o equilíbrio entre as pernas dos atletas. O clube é o primeiro do Rio de Janeiro a contar com essa tecnologia.
Corinthians negocia cápsula de flutuação
No Corinthians, a aposta está na negociação para a compra da Acqua Float, uma cápsula de flutuação que auxilia na recuperação física e mental. O custo varia entre R$ 120 mil e R$ 150 mil. O equipamento, aprovado pelo departamento médico e pelo técnico Dorival Júnior, promove relaxamento muscular, acelera a recuperação e ajuda na redução de estresse e ansiedade. A tecnologia já é usada no exterior e chegou ao Brasil pelo Mirassol, em 2024. O Fluminense também avalia a aquisição.
Mirassol investe em monitoramento de sono
O Mirassol, além de pioneiro com a Acqua Float, comprou em abril cerca de 50 anéis inteligentes de monitoramento de sono por R$ 150 mil. Os dispositivos acompanham frequência cardíaca e estágios do sono, permitindo análises para prevenção de lesões e melhora de performance.
São Paulo inicia projeto de análise genética
No São Paulo, a inovação passa pela análise genética. Em parceria com a Sommos, o clube iniciou um projeto que já envolveu 50 atletas das categorias de base, entre masculino e feminino. A coleta é feita por raspagem bucal e os resultados orientam especialistas em genética esportiva a individualizar treinos e rotinas de recuperação. A próxima fase inclui o elenco profissional.
Palmeiras investe em neurociência
O Palmeiras, atual campeão brasileiro da Série A, investiu cerca de R$ 5 milhões em tecnologias voltadas à neurociência. O projeto envolve desde eletrodos para estimular áreas cerebrais até o uso de realidade virtual em simulações de jogo. O objetivo é melhorar a tomada de decisão, acelerar a recuperação pós-jogo e aumentar o foco dos jogadores.
A ciência no futebol moderno
— A busca por novas estratégias para otimizar a preparação dos atletas é constante entre os clubes, devido às exigências do futebol moderno. Nesse contexto, a ciência deve cada vez mais se fazer presente para que os atletas possam ter algum ganho competitivo, o que inclui uma abordagem holística em torno de aspectos como a nutrição, qualidade de sono, psicologia e até mesmo a neurociência — afirmou Túlio Horta, COO e Head de Operações da Volt Sports Science.
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