- O gramado de São Januário continua sob escrutínio pela aparência, com manchas esbranquiçadas, mas mantém condições adequadas para o jogo.
- A grama Bermuda 419 está plantada há mais de duas décadas, o que explica as variações de tonalidade observadas.
- Em entrevista ao canal Atenção Vascaínos, o agrônomo Lucas Pedrosa, da Greenleaf, afirmou que a situação não compromete a prática esportiva, apenas a imagem do campo.
- Durante a Data FIFA, a Greenleaf fará intervenções: replantio de áreas críticas, adubos e bioestimulantes, descompactação do solo e cobertura de areia para aumentar oxigenação, densidade e rebrotar a grama.
- O objetivo é manter a qualidade de uso sem alterações no calendário do Vasco; as ações são estruturais, voltadas à saúde do gramado, não apenas à estética.
O gramado de São Januário segue sob escrutínio pela aparência, com manchas esbranquiçadas que chamam atenção de torcedores e críticos. Embora o visual impacte a estética, o campo mantém condições adequadas para o jogo.
A grama Bermuda 419, plantada há mais de duas décadas, explica as variações de tonalidade observadas no gramado. Em entrevista ao canal Atenção Vascaínos, o agrônomo Lucas Pedrosa, da Greenleaf, destacou que a situação não compromete a prática esportiva, apenas a imagem do campo.
Intervenções planejadas durante a Data Fifa
Durante o período sem jogos, a Greenleaf fará intervenções para melhorar a aparência do gramado: replantio de áreas críticas, adubos e bioestimulantes, descompactação do solo e cobertura de areia para aumentar oxigenação, densidade e rebrotar a grama. O objetivo é manter a qualidade de uso sem alterações no calendário do Vasco.
Segundo Pedrosa, as ações visam reduzir as mutações na tonalidade sem comprometer a gramínea existente, assegurando que o campo ofereça as mesmas condições de jogo. As mudanças são estruturais e voltadas à saúde do gramado, não à performance imediata apenas estética.
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