- A Conmebol analisa ampliar a Libertadores Feminina, buscando mais clubes e partidas, mantendo o formato de sede única para reduzir custos.
- A edição atual, que ocorre na Argentina desde 2 de outubro, tem 16 equipes em quatro grupos, com jogos nos estádios Florencio Sola e Nuevo Francisco Urbano, em Buenos Aires.
- A entidade já esclarece que logística e infraestrutura são pontos sensíveis, após críticas de jogadoras do Corinthians sobre as condições de jogo.
- Em 2025 houve implantação de VAR em todas as partidas; as quartas de final incluem Corinthians, Ferroviária e São Paulo, com as partidas decisivas neste fim de semana e a final em 18 de outubro.
- A ampliação pode fortalecer o futebol feminino na região ao ampliar oportunidades para clubes e jogadoras, mantendo a ideia de sede única e envolvendo mais estádios.
A Conmebol está em fase de análise para ampliar a Libertadores Feminina, buscando um modelo que aumente o número de clubes e partidas na competição. A edição atual, que ocorre na Argentina, já enfrenta críticas sobre logística e infraestrutura, como gramados e transporte.
Desde o ano passado, quando jogadoras do Corinthians expressaram descontentamento com as condições de jogo, o debate sobre melhorias se intensificou. A entidade reconhece que a estrutura do torneio é um ponto sensível, levando a uma revisão das práticas.
Propostas de Ampliação
A proposta da Conmebol inclui manter o formato de sede única, que reduz custos, mas com a expectativa de que mais estádios sejam utilizados. A edição deste ano, que começou em 2 de outubro, conta com 16 equipes divididas em quatro grupos, jogando nos estádios de Florencio Sola e Nuevo Francisco Urbano, ambos em Buenos Aires.
Além disso, a Conmebol já implementou mudanças significativas para 2025, como a introdução do VAR em todas as partidas. As quartas de final contam com três clubes brasileiros: Corinthians, Ferroviária e São Paulo. As partidas decisivas acontecem neste fim de semana, com a final marcada para o dia 18 de outubro.
A ampliação da competição pode ser um passo importante para fortalecer o futebol feminino na América do Sul, promovendo mais oportunidades para clubes e jogadoras.
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