- Diego Fernandes, empresário do mercado financeiro, foi apontado como intermediário na contratação de Carlo Ancelotti pela Seleção Brasileira; torce pelo São Paulo e é fundador da O8 Partners.
- Em coletiva do presidente do São Paulo, Julio Casares, o nome de Fernandes foi associado a possíveis investimentos no clube.
- Casares afirmou que não recebeu propostas formais de investidores; “Conheço o Diego do mercado, mas nada chegou até mim”, disse.
- O dirigente ressaltou a importância da autonomia do clube e discutiu o papel do Fundo de Investimento em Participações (FIP) para atrair aportes.
- Sobre a hipótese de transformar o São Paulo em Sociedade Anônima do Futebol (SAF), ele descartou a opção no momento, ressaltando que é um processo a ser discutido e não pessoal; investidores com propostas podem surgir se o clube decidir.
Diego Fernandes, empresário do mercado financeiro, foi destacado como o intermediário que possibilitou a contratação de Carlo Ancelotti para a Seleção Brasileira. Durante a coletiva de imprensa do presidente do São Paulo, Julio Casares, o nome de Fernandes também foi associado a possíveis investimentos no clube. Torcedor do Tricolor, ele é o fundador da O8 Partners, que gerencia a carreira de vários atletas.
Ao ser questionado sobre o interesse de Fernandes em investir, Casares afirmou que não recebeu propostas formais. “Conheço o Diego do mercado, mas nada chegou até mim”, disse o presidente. Ele ressaltou a importância da autonomia do clube nas futuras negociações, especialmente em relação ao projeto do Fundo de Investimento em Participações (FIP), que visa atrair investidores.
Discussões sobre Investimentos
Casares enfatizou que a manutenção da autonomia é crucial. Ele destacou que o São Paulo não pode ser guiado por decisões pessoais de dirigentes, mas deve considerar um contexto mais amplo. “Se o clube ficar parado, não estará olhando para uma parte importante do mercado”, alertou.
Sobre a possibilidade de transformar o São Paulo em uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF), o presidente descartou essa opção no momento. “É um processo que deve ser discutido, não pode ser pessoal”, afirmou, referindo-se às dificuldades enfrentadas por outras SAFs no Brasil. Apesar de não haver propostas concretas, ele acredita que, se o São Paulo decidir, investidores com boas propostas poderão surgir.
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