- Fluminense, sob o comando de Luis Zubeldía, enfrenta críticas que lembram a era Renato Gaúcho, com foco na insistência em Cano e na pouca valorização da base, incluindo Júlio Fidelis e Riquelme.
- A equipe venceu o Juventude, mas ainda gera dúvidas sobre desempenho e táticas.
- Na era de Renato Gaúcho, Everaldo foi usado demais e John Kennedy teve pouca valorização; com Zubeldía, Everaldo foi afastado e Cano continua escalado, apesar do bom desempenho do jovem atacante, e Kennedy retornou na vitória contra o Juventude, suscitando questionamentos sobre as escolhas do treinador.
- Soteldo continua em evidência e é alvo de críticas, enquanto Riquelme se destacou em campo, mas não aparece nas listas de relacionados; a prioridade pela experiência de Soteldo não resultou em atuações convincentes.
- Fidelis, que vinha ganhando destaque, não foi convocado, ilustrando a tendência de manter nomes consolidados mesmo sem rendimento; a justificativa de Guga não refletiu em desempenho, mantendo dúvidas sobre o planejamento do time.
O Fluminense, sob o comando do técnico Luis Zubeldía, enfrenta críticas que ecoam da era Renato Gaúcho. A insistência em jogadores consolidados, como Germán Cano, e a falta de espaço para os jovens da base, como Júlio Fidelis e Riquelme, geram insatisfação entre os torcedores. A equipe, que venceu o Juventude, ainda apresenta dúvidas sobre seu desempenho e táticas.
Durante a era Renato, a utilização excessiva de Everaldo e a pouca valorização de John Kennedy foram amplamente criticadas. Zubeldía, que já fez alterações iniciais ao afastar Everaldo, voltou a escalar Cano, mesmo com o bom desempenho do jovem atacante. O retorno de Kennedy, que participou ativamente na vitória sobre o Juventude, levanta questionamentos sobre as escolhas do treinador.
Repetição de Erros
A situação de Soteldo também é emblemática. O jogador, alvo de críticas, continua sendo escalado, enquanto Riquelme, que se destacou em campo, permanece fora das listas de relacionados. A decisão de Zubeldía de priorizar a “experiência” de Soteldo não se refletiu em atuações convincentes, aumentando a pressão sobre o técnico.
Fidelis, que vinha ganhando destaque, é outro exemplo da falta de aproveitamento da base. O lateral, que não foi convocado para nenhuma partida sob Zubeldía, ilustra uma tendência preocupante de manter jogadores estabelecidos, mesmo sem rendimento ideal. O treinador justificou a escolha de Guga, mas a performance do jogador não correspondeu às expectativas.
Para que o Fluminense possa transformar seu potencial em resultados, Zubeldía precisará não apenas ajustar a equipe, mas também quebrar padrões que têm sido criticados. Sem essa mudança, a equipe pode enfrentar os mesmos desafios que marcaram a gestão anterior, colocando em risco a reta final do Campeonato Brasileiro.
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