- A discussão sobre transformar o Corinthians em Sociedade Anônima do Futebol (SAF) busca profissionalizar a gestão e atrair investimentos, com cerca de 90% dos torcedores apoiando a mudança.
- Nesta semana, empresários apresentam a SAFiel, uma SAF democrática em que torcedores seriam acionistas; Parque São Jorge e torcedores seriam dois proprietários, com gestão via quatro conselhos e um CEO, conforme o estatuto da SAF.
- A SAF, criada pela Lei 14.193/2021, permite a criação de uma empresa para gerenciar o futebol profissional; o Corinthians manteria 51% das ações, para preservar identidade e história do clube; o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, destacou a importância de estudar esses modelos, principalmente com a nova legislação tributária que entrará em vigor em 2027.
- A proposta da SAFiel prevê que a dívida do clube seja integrada à SAF e que haja novos investimentos; torcedores acionistas escolheriam representantes para os conselhos e um CEO ficaria responsável pela administração, em busca de solução para problemas financeiros e sustentabilidade do clube.
A discussão sobre a transformação do Corinthians em uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF) está em alta. Com a proposta de reforma estatutária, o clube busca profissionalizar sua gestão e atrair investimentos. Uma pesquisa recente apontou que cerca de 90% dos torcedores apoiam essa mudança.
Nesta semana, um grupo de empresários apresentará a SAFiel, uma proposta inovadora que visa criar uma SAF democrática. Essa estrutura permitirá que torcedores se tornem acionistas, com o Parque São Jorge e os torcedores dividindo a propriedade. A gestão será conduzida por quatro conselhos e um CEO, seguindo as diretrizes do novo estatuto da SAF.
O modelo de SAF, instituído pela Lei 14.193/2021, permite a criação de uma empresa independente para gerenciar as atividades do futebol profissional. A ideia é que o Corinthians mantenha 51% das ações, garantindo que a identidade e a história do clube sejam preservadas. O presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, destacou a importância de estudar esses modelos, especialmente com a nova legislação tributária que entrará em vigor em 2027.
Proposta da SAFiel
Os empresários envolvidos na SAFiel, incluindo Carlos Teixeira e Mauricio Chamati, propõem que a dívida do clube seja integrada à SAF, que também trará novos investimentos. A gestão será feita de forma participativa, com os torcedores acionistas escolhendo representantes para os conselhos e um CEO responsável pela administração do clube.
Essa proposta surge em um momento em que a necessidade de solucionar problemas financeiros e promover uma gestão mais profissional se torna cada vez mais urgente no futebol brasileiro. O Corinthians, ao considerar a SAF, busca não apenas uma nova forma de administração, mas também uma maneira de garantir a sustentabilidade financeira e o fortalecimento da relação com seus torcedores.
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