- Vasco perdeu por 2 a 0 para o São Paulo no último domingo, em São Januário, e o tema das substituições ganhou destaque.
- O técnico Fernando Diniz respondeu de forma bem-humorada, defendendo as mudanças para recompor ataque e meio-campo com Matheus França e Vegetti aos 12 minutos do segundo tempo.
- A ideia era manter a posse de bola e pressionar o adversário, mesmo com o time criando oportunidades e sem finalizar.
- Matheus França, que atuou como segundo volante na base do Flamengo, poderia ajudar na recomposição do meio-campo, segundo o treinador; Diniz afirmou que a equipe perdeu organização defensiva e ficou mais distante para pressionar conforme o jogo avançava.
- Vegetti entrou para aumentar a presença ofensiva na área, e Diniz destacou que a estratégia era criar mais chances, mesmo em momento difícil, diante das críticas ao trabalho.
Após a derrota do Vasco para o São Paulo por 2 a 0 no último domingo, Fernando Diniz, técnico da equipe, foi questionado sobre suas substituições. A partida, realizada em São Januário, gerou críticas em relação ao timing das mudanças e ao impacto na organização do time.
Diniz respondeu de forma bem-humorada, defendendo suas escolhas. Ele explicou que as entradas de Matheus França e Vegetti aos 12 minutos do segundo tempo visavam reestruturar o ataque e o meio-campo. O treinador destacou que o time estava criando oportunidades, mas não conseguia finalizar. “A intenção era ter mais um jogador para chegar”, afirmou.
O técnico detalhou como Matheus, que já atuou como segundo volante na base do Flamengo, poderia ajudar na recomposição do meio-campo. Diniz reconheceu que a equipe perdeu organização defensiva conforme o jogo avançava. “O time foi cansando um pouco e ficou mais distante para pressionar”, explicou.
Estratégia e Impacto
As substituições ocorreram quando o Vasco já perdia por 1 a 0. Diniz optou por Vegetti, um finalizador experiente, para aumentar a presença ofensiva na área. Ele ressaltou que, apesar de Matheus não ter se destacado na partida, ele teve um bom desempenho em jogos anteriores.
O técnico também comentou sobre a importância de manter a posse de bola e a pressão no adversário. A estratégia, segundo ele, era criar mais oportunidades de gol, mesmo que a equipe estivesse em um momento difícil. As críticas ao seu trabalho refletem a busca por resultados em um cenário desafiador.
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