- O Campeonato Mineiro de 2026 terá decisão em jogo único, conforme decisão do Conselho Técnico em Belo Horizonte, com a participação de doze clubes.
- A competição começa em dez de janeiro e a final está prevista para oito de março; doze equipes ficam divididas em três grupos, com os primeiros de cada chave e o melhor segundo avançando às semifinais, em onze datas.
- Haverá treze bolas utilizadas ao longo das partidas e o VAR será utilizado em todos os jogos, com análises públicas nas plataformas da Federação Mineira de Futebol.
- Durante o Conselho Técnico, o Cruzeiro pediu que as arbitragens dos clássicos sejam realizadas por profissionais de outros estados, para maior imparcialidade.
- A mudança repete o modelo adotado em dois mil e vinte e dois, quando o Atlético-MG derrotou o Cruzeiro por três a um no Mineirão.
O Campeonato Mineiro de 2026 terá como destaque a decisão em jogo único, conforme definido no Conselho Técnico realizado em Belo Horizonte. A reunião, que ocorreu nesta quarta-feira (5), contou com representantes dos 12 clubes participantes. A mudança repete o modelo adotado em 2022, quando o Atlético-MG venceu o Cruzeiro por 3 a 1 no Mineirão.
A competição terá início em 10 de janeiro e a final está programada para 8 de março. A fórmula de disputa seguirá o mesmo padrão dos anos anteriores, com 12 equipes divididas em três grupos. Os primeiros colocados de cada chave, juntamente com o melhor segundo colocado, avançarão para as semifinais. As partidas ocorrerão em 11 datas.
Inovações no Campeonato
Além da decisão em jogo único, o Campeonato Mineiro de 2026 introduzirá 13 bolas distribuídas ao longo do campo e garantirá a presença do VAR em todos os jogos. As análises dos lances serão divulgadas nas plataformas oficiais da Federação Mineira de Futebol (FMF), promovendo maior transparência.
Durante o Conselho Técnico, o Cruzeiro formalizou um pedido para que as arbitragens nos clássicos sejam realizadas por profissionais de outros estados. O advogado do clube, João Pedro Silva de Castro, argumentou que essa medida se justifica pelo “nível de complexidade e de tensão” das partidas entre os rivais, visando maior imparcialidade nas decisões.
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