- O Paraná Clube, sem atuar desde 15 de fevereiro de 2025, já conhece os adversários da Segundona do Campeonato Paranaense de 2026: Prudentópolis e Verê FC sobem à elite, enquanto o Rio Branco também foi rebaixado.
- A edição de 2026 deve começar em abril, com arbitral em janeiro; o formato passa a ter dez times em turno único, oito classificados para mata-mata e dois rebaixados à Terceira Divisão, com os dois finalistas garantindo a promoção à elite.
- O Paraná Clube acumula mais de um ano sem jogos, o que representa o maior período da história do clube, desde a derrota por dois a zero para o Coritiba em 15 de fevereiro de 2025; o clube abriu mão da Taça FPF por questões financeiras.
- A venda da Sociedade Anônima do Futebol é aguardada, com proposta de R$ 212 milhões por 90 por cento das ações.
- A expectativa é de que a temporada traga mudanças relevantes para o clube, em meio à negociação da SAF e à nova estrutura da Segundona paranaense.
O Paraná Clube, que não entra em campo desde fevereiro de 2025, já conhece seus adversários na Segunda Divisão do Campeonato Paranaense de 2026. O clube foi rebaixado na última edição do Paranaense e enfrenta um longo período sem competições. Prudentópolis e Verê FC subiram da Terceirona e se juntam ao Tricolor na Segundona, enquanto o Rio Branco também foi rebaixado.
A nova edição da competição está prevista para começar em abril de 2026, com um arbitral agendado para janeiro. O formato da Segundona foi alterado e agora contará com 10 times que se enfrentarão em turno único. Os oito melhores avançam para o mata-mata, enquanto os dois últimos colocados descem para a Terceira Divisão. Os dois finalistas garantem o acesso à elite do futebol paranaense.
O Paraná Clube completará mais de um ano sem jogos, o que representa o maior período sem atuar em sua história de quase 36 anos. O último jogo aconteceu em 15 de fevereiro de 2025, quando foi derrotado pelo Coritiba. Apesar de ter a oportunidade de participar da Taça FPF, o clube optou por não competir devido à falta de recursos financeiros.
Além disso, o Tricolor aguarda a venda de sua Sociedade Anônima do Futebol (SAF), com uma proposta de R$ 212 milhões por 90% das ações. O futuro do clube está em jogo, e a expectativa é que a nova temporada traga mudanças significativas para a equipe.
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