- O julgamento de Bruno Henrique, atacante do Flamengo, no Superior Tribunal de Justiça Desportiva ocorreu nesta segunda-feira, 10 de novembro, e o Auditor-Relator Marco Aurélio Choy acolheu parcialmente a tese da defesa.
- A condenação foi mantida, mas a pena não foi definida ainda.
- O relator afastou a aplicação dos artigos 243 e 243-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva e aplicou apenas o artigo 191, indicando uma pena mais branda.
- A sessão foi interrompida por pedido de vista e retorna na quinta-feira, 13 de novembro, às 15h, para a decisão final sobre a condenação.
- O advogado Michel Assef afirmou confiança na decisão do relator, destacou que não houve manipulação no jogo e disse que a presença de Bruno Henrique mostra respeito à justiça desportiva; a defesa mantém a expectativa pela continuação do julgamento.
O julgamento de Bruno Henrique, atacante do Flamengo, no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) teve um desdobramento importante na sessão realizada nesta segunda-feira, 10 de novembro. O Auditor-Relator Marco Aurélio Choy acolheu parcialmente a tese da defesa, resultando em otimismo em relação ao futuro do jogador. Embora a condenação tenha sido mantida, a definição da pena foi adiada.
A sessão foi interrompida após um pedido de vista, permitindo que os auditores revisassem o caso. O relator desconsiderou a aplicação dos artigos 243 e 243-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), optando por aplicar apenas o artigo 191, que prevê uma penalidade mais leve. A próxima reunião do tribunal está agendada para quinta-feira, 13 de novembro, às 15h, quando a decisão final será tomada.
Expectativas da Defesa
Após a sessão, o advogado Michel Assef expressou confiança na decisão do relator. Ele destacou que a rejeição da prescrição e a escolha por aplicar o artigo 191 foram passos positivos. Assef argumentou que não houve manipulação no jogo, afirmando que “nada artificial foi praticado para favorecer alguém fora”. Ele também comentou sobre a presença de Bruno Henrique no julgamento, considerando-a uma demonstração de respeito à justiça desportiva.
O advogado reiterou que a estratégia de forçar o terceiro cartão amarelo não é ilegal, mas sim uma forma de jogar dentro das regras. Com isso, a defesa aguarda com expectativa a continuação do julgamento e a definição da pena.
Entre na conversa da comunidade