- Anderson Barros, diretor de futebol do Palmeiras, afirmou que há desequilíbrio no calendário do Campeonato Brasileiro e pediu participação de clubes, CBF e federações para buscar soluções.
- O Palmeiras se prepara para um jogo atrasado contra o Santos, marcado para sábado, 15 de novembro, com sete jogadores convocados para suas seleções.
- O clube terá duas suspensões no clássico contra o Santos: Andreas Pereira e Allan.
- No departamento médico, permanecem Weverton, Lucas Evangelista e Paulinho.
- Leila Pereira criticou critérios da CBF e disse que o campeonato deve ser decidido nas quatro linhas; Barros destacou que o clube confia no STJD e mantém postura de transparência nas relações com as instituições.
Anderson Barros, diretor de futebol do Palmeiras, expressou preocupações sobre o desequilíbrio no calendário do Campeonato Brasileiro. O clube se prepara para um jogo atrasado contra o Santos, marcado para sábado, 15 de novembro, e enfrenta sérios desfalques devido à Data FIFA. Sete jogadores do Palmeiras estão convocados para suas seleções, o que impacta diretamente na equipe.
Durante o sorteio do Paulistão, Barros destacou que a situação atual pode levar a uma definição do campeonato em condições desfavoráveis. O dirigente enfatizou que a responsabilidade não recai apenas sobre a CBF, mas envolve também os clubes e federações. A necessidade de um calendário equilibrado é urgente, e Barros sugeriu que todos os envolvidos devem trabalhar juntos para encontrar soluções.
Desfalques e Críticas
Além dos convocados, o Palmeiras enfrentará o Santos com duas suspensões: Andreas Pereira e Allan. No departamento médico, estão o goleiro Weverton, o meio-campista Lucas Evangelista e o atacante Paulinho. Barros reafirmou que o Palmeiras deseja que as decisões sejam tomadas dentro de campo, sem interferências externas, e que a CBF e o STJD devem respeitar os prazos e critérios estabelecidos.
Leila Pereira, presidente do Palmeiras, também criticou os critérios da CBF, reiterando que o campeonato deve ser decidido “nas quatro linhas”. O dirigente afirmou que a confiança no STJD permanece, mas que o clube se posicionará sempre que necessário. A relação do Palmeiras com as instituições do futebol brasileiro é pautada pela honestidade e transparência, segundo Barros.
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