- PV, zagueiro do Nacional-PR, teve a pena reduzida de dez para quatro jogos após recurso, sendo absolvido da acusação de cuspir.
- Diego, volante do Batel, recebeu a pena máxima de dez jogos e multa de R$ 15 mil por suposta ofensa racial; antes, a punição havia sido de sete jogos e R$ 2 mil.
- O Batel também foi punido com a perda de mando de campo.
- Na partida, PV teria agredido Diego com um soco; houve paralisação de cerca de 17 minutos para atendimento médico a Diego, e o Batel venceu por 1 a 0, garantindo a classificação e eliminando o Nacional-PR.
- O caso tramita na esfera criminal: PV é denunciado por agressão física e cuspir, enquanto Diego enfrenta acusações de ato discriminatório.
O Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR) revisou as penas de jogadores envolvidos em um caso de injúria racial durante a Taça FPF, que ocorreu em 4 de outubro. O zagueiro PV, do Nacional-PR, foi punido inicialmente com 10 jogos, sendo quatro por agressão física e seis por cuspir no adversário. Após recurso, a pena foi reduzida para quatro jogos por agressão, sendo absolvido da acusação de cuspe.
Por outro lado, o volante Diego, do Batel, que foi acusado de chamar PV de “macaco”, recebeu a pena máxima do Código Brasileiro de Justiça Desportiva: 10 jogos de suspensão e uma multa de R$ 15 mil. Antes, Diego havia sido punido com sete partidas e uma multa de R$ 2 mil, mas a nova decisão reflete a gravidade da ofensa racial. Além das punições individuais, o Batel também foi penalizado com a perda de mando de campo.
Detalhes do Caso
Durante a partida, PV agrediu Diego com um soco após alegar ter sido alvo de ofensas raciais. O árbitro acionou o protocolo antirracismo, e a situação gerou uma paralisação de cerca de 17 minutos para atendimento médico a Diego. A partida terminou com a vitória do Batel por 1 a 0, o que garantiu a classificação da equipe e eliminou o Nacional-PR da competição.
O caso ainda tramita na esfera criminal, refletindo a seriedade das acusações. PV foi denunciado por agressão física e por cuspir no adversário, enquanto Diego enfrenta acusações relacionadas a atos discriminatórios. A decisão do TJD-PR foi um passo importante no combate à violência e ao racismo dentro do futebol.
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