- Oscar, jogador do São Paulo, recebeu alta no dia 16 de novembro após internação no Einstein Hospital Israelita, onde foi diagnosticada síncope vasovagal, condição geralmente benigna e não vinculada a problemas cardíacos graves.
- A síndrome vasovagal provoca desmaios por resposta exagerada do nervo vago, que regula funções involuntárias; pode ser desencadeada por estresse, desidratação e dor, comuns entre atletas; não costuma deixar sequelas, mas pode levar a quedas.
- O futuro no futebol é incerto; há possibilidade de aposentadoria conforme a gravidade da condição e resposta ao tratamento; contrato do atleta vai até 2026 e o clube aguarda a decisão sobre os próximos passos.
- Para a recuperação, são necessários ajustes na hidratação, alimentação e manejo do estresse; se episódios se tornarem frequentes, podem impactar treinos e jogos, e a decisão de retorno será tomada pela equipe médica.
Oscar, jogador do São Paulo, recebeu alta médica no dia 16 de novembro após uma internação no Einstein Hospital Israelita. Ele havia passado mal durante exames no SuperCT, onde foi diagnosticado com síncope vasovagal, uma condição geralmente considerada benigna e não necessariamente ligada a problemas cardíacos graves.
A síndrome vasovagal, conforme explicou o cardiologista Thiago Midlej, provoca desmaios devido a uma resposta exagerada do nervo vago, que regula funções involuntárias do corpo. Essa condição pode ser desencadeada por fatores como estresse elevado, desidratação e dor aguda, comuns entre atletas. Embora não cause sequelas permanentes, o desmaio pode resultar em quedas perigosas.
Possibilidade de Aposentadoria
O futuro de Oscar no futebol é incerto. A gravidade da condição e a forma como reagiu ao tratamento levantam a possibilidade de aposentadoria. O jogador, que tem contrato até 2026, faz parte da faixa salarial mais alta do elenco. O São Paulo aguarda a decisão de Oscar sobre os próximos passos em sua carreira.
Para a recuperação, ajustes na hidratação, alimentação e manejo do estresse são essenciais. A equipe médica ressaltou que, caso os episódios de síncope se tornem frequentes, isso pode impactar a rotina de treinos e a participação em jogos. A decisão de retorno ao futebol será sempre médica, considerando a saúde do atleta.
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