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Leila comenta possível mudança no estatuto para aumentar mandato

Movimento interno no Palmeiras defende ampliar reeleições para até três mandatos; discussão se intensifica para 2026, com apoio em ascensão

Leila Pereira - Palmeiras - eleição (Foto: Reprodução/Palmeiras)
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  • A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, afirmou que há movimento interno para alterar o estatuto e permitir até três mandatos consecutivos.
  • O debate sobre mudanças no estatuto começou em julho, com grupos ligados à situação e à oposição discutindo caminhos para uma nova candidatura.
  • Leila Pereira cumpre seu segundo mandato e não pode se candidatar novamente até o fim dele, após ter sido reeleita no fim de 2023.
  • Conselheiros já procuraram a diretoria apresentando a proposta de ampliar a margem de reeleições, fortalecendo a discussão para 2026, conforme o cenário político.
  • Embora não seja prioridade, a pauta pode avançar nos bastidores a partir de 2026, dependendo do desempenho da gestão até o fim do mandato.

Durante o atual mandato, Leila Pereira atua como presidente do Palmeiras, cargo que ocupa desde 2022, tornando-se a primeira mulher a chefiar o clube. Ela foi reeleita em novembro de 2023 com 2.295 votos, frente a 878 da chapa adversária, em pleito marcado pelo foco esportivo e pela estabilidade administrativa.

No entanto, desde julho, grupos ligados à atual gestão e à oposição discutem mudanças no estatuto para abrir caminho a uma nova candidatura de Leila após 2027. A presidente já confirmou que há um movimento interno defendendo a ampliação da margem de reeleições, com proposição de permitir até duas novas reeleições.

Corrente defende ampliar mandatos

Conselheiros já procuraram a diretoria com a proposta de ampliar o teto de mandatos, de modo que o total possa chegar a três consecutivos. A atuação regulatória em torno do tema ocorre no contexto da proximidade de 2026 e da avaliação sobre o desempenho da gestão até o fim do atual mandato, com a Libertadores em foco para a maioria dos membros.

A discussão interessa ao cenário político do clube, mas não é tratada como prioridade pela presidência no momento. A ideia é avaliável conforme evolução institucional e resultados esportivos até 2027, mantendo o Palmeiras atento aos desdobramentos internos e à repercussão entre torcedores.

Especificamente, Leila Pereira disse, em entrevista à ESPN, que há pessoas dentro do clube defendendo esse alongamento. O tema ganha força caso haja alinhamento entre diretoria, conselhos e base do clube nos próximos anos, sem que haja confirmação de votação imediata.

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