- A Terceira Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios acolheu recurso do Gaeco e abriu ação penal contra Bruno Henrique por estelionato, tornando-o réu, junto com familiares e outras seis pessoas.
- O julgamento ocorreu nesta quinta-feira, quatro, por unanimidade, incluindo o irmão Wander Nunes Pinto Júnior, a cunhada Ludymilla Araújo e Lima e as demais pessoas como réus.
- Se condenados, Bruno Henrique e os demais podem pegar de um a cinco anos de prisão; a defesa afirmou repudiar a decisão e pretende recorrer.
- A Terceira Turma negou o pedido de fiança de 2 milhões de reais, sob justificativa de menor risco de fuga.
- O caso está ligado à apuração anterior do MPDFT sobre estelionato envolvendo o jogador, que, no STJD, teve gancho de doze jogos retirado e multa de R$ 60 mil.
Bruno Henrique, atacante do Flamengo, teve nova fase de apuração penal aberta pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. A Terceira Turma Criminal do TJDFT acolheu recurso do Gaeco e abriu ação penal por estelionato contra o jogador, que passou a ser réu no processo. A decisão foi unânime nesta quinta-feira (4).
Além de Bruno Henrique, passaram a ser réus o irmão Wander Nunes Pinto Júnior, a cunhada Ludymilla Araújo e Lima, e outras seis pessoas ligadas ao caso. O grupo é citado por prática de estelionato, conforme o acórdão do tribunal.
A defesa do atleta reagiu de forma firme, afirmando repudiar a medida e anunciará recurso aos órgãos competentes. Os advogados afirmam que a decisão desrespeita o entendimento de primeira instância.
O TJDFT também negou o pedido de fiança de 2 milhões de reais feito pelo MPDFT. Os desembargadores entenderam que Bruno Henrique não apresenta risco de fuga suficiente para justificar a custódia.
Este caso já havia sido alvo de apuração pelo MPDFT, com decisão de primeira instância anterior. Em 2ª instância no STJD, o jogador teve gancho de 12 jogos suspenso, mantendo apenas multa de 60 mil reais.
Próximos passos envolvem recursos da defesa e instrução do processo penal. A equipe jurídica do Flamengo não se pronunciou oficialmente sobre o andamento da apuração neste momento.
Segundo a ESPN, o processo pode seguir para outras fases do Judiciário, com depoimentos e coleta de provas a serem oportunamente apresentados pelas partes. A Agência não divulgou novas informações adicionais até o momento.
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