- A Guardian revelou uma ação judicial britânica separada afirmando que Bloom usa frontmen para apostar por um sindicato que ele comanda, incluindo George Cottrell; ações nos EUA seguem em curso, mesmo após o pedido inicial ter sido negado.
- Relatos na X e outras fontes dizem que o sindicato aposta nos próprios times de Bloom, com o seu conhecimento, segundo documentos judiciais britânicos.
- Bloom não respondeu a perguntas sobre o envolvimento e negou apostar em seus times; uma fonte próxima a ele descreveu as acusações como “totalmente falsas”.
- MPs e parlamentares pedem investigação da Football Association (FA) para avaliar possíveis violações das regras; críticas sobre a transparência das políticas de apostas no futebol.
- Bloom é proprietário do Brighton e tem interesse na Royale Union Saint-Gilloise; o sindicato Starlizard teria ganhos de cerca de £600 milhões por ano; há ação de ex-sócio que alega dívida de cerca de $250 milhões.
Bloom, bilionário conhecido no universo de apostas como The Lizard, é apontado pela imprensa como a figura anônima por trás de ganhos de cerca de US$ 70 milhões em apostas, segundo reportagem do Guardian. O conjunto de ações envolve disputas legais nos EUA e na Inglaterra sobre o uso de frontmen para apostar em um sindicato que ele comanda.
A ação nos EUA busca esclarecer se o suposto John Doe recebeu vitórias de apostas feitas por um frontman vinculado ao coletivo de Bloom. O recurso inicial foi negado, mas o processo permanece em curso. Bloom não respondeu aos questionamentos sobre o seu envolvimento.
No Reino Unido, novo processo sustenta que Bloom utiliza frontmen para realizar apostas para o seu sindicato de jogos. Entre os alegados frontmen estaria George Cottrell, ex-assessor de Nigel Farage, ligado ao Reform UK. As informações foram apresentadas em documentos judiciais britânicos.
Bloom nega apostas nas próprias equipes ou em competições que envolvam seus clubes. Uma fonte próxima a ele afirmou que as acusações são totalmente falsas e que as atividades costumam passar por auditorias anuais de uma empresa de contabilidade de renome, para verificar conformidade com as regras da FA.
Contexto adicional aponta interesses do empresário em clubes de futebol, como o Brighton e o Royale Union Saint-Gilloise, na Bélgica. A divulgação britânica cita uma carve-out de 2014 que lhe permitiria apostar, desde que não nas equipes em que atua.
Parlamentares britânicos, como Clive Efford, pedem investigação da Football Association sobre o tema. O grupo de MPs enfatiza a necessidade de transparência e de apuração rigorosa das regras que regem apostas ligadas a clubes, jogadores e diretivos.
Analistas e ex-líderes políticos ressaltam o desafio de equilibrar a atuação de grandes apostadores com a regulação do esporte. O caso também envolve especulações sobre a natureza das operações da Starlizard Betting Syndicate, avaliada em centenas de milhões de libras.
Fontes próximas a Bloom afirmam que a auditoria anual ocorre tanto na Inglaterra quanto na Bélgica, para confirmar que não houve apostas indevidas em times sob sua gestão. A defesa de Bloom já indicou que pretende apresentar contestações ao processo em curso.
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