- Brasil é cabeça de chave no Pote 1 do sorteio da Copa do Mundo de 2026, com 12 seleções em cada pote, e não pode enfrentar vizinhos sul-americanos na fase de grupos.
- O sorteio ocorre nesta sexta-feira, às 14h (horário de Brasília), em Washington, nos Estados Unidos.
- No Pote 2, o principal cuidado é evitar a Croácia, vice-campeã de 2018 e adversária recente do Brasil em 2022.
- No Pote 3, a Noruega, com Haaland, é citada como uma ameaça; outros nomes citados pela imprensa não são destacados como favoritos.
- No Pote 4, o grupo considerado mais difícil inclui Gana; haverá repescagens europeias e intercontinentais para completar as vagas.
O Brasil, cabeça de chave no sorteio da Copa do Mundo de 2026, conhecerá seu grupo nesta sexta-feira, às 14h (horário de Brasília), em Washington, EUA. A cerimônia define o adversário de cada pote para o grupo de abertura.
O evento envolve quatro potes com 12 seleções cada. O Brasil integra o pote 1, ao lado de anfitriões e das equipes mais bem ranqueadas pela Fifa. Não pode enfrentar seleções sul-americanas na fase inicial.
Riscos e adversários a evitar
Entre os potes, o principal alerta fica com a Croácia, vice-campeã de 2018 e carrasca do Brasil na Copa de 2022. O país europeu figura no pote 2 e é visto como ameaça direta no grupo inicial.
Outro adversário temido é a Noruega, com Haaland, presente no pote 3. A seleção escandinava teve sucesso nas eliminatórias e, segundo analistas, pode complicar a fase de grupo.
No pote 4, Gana é citada como a principal preocupação entre as equipes menos favoritas. Especialistas ressaltam ainda as possibilidades de repescagens europeias para completar o quadro de grupos.
Opiniões de especialistas
Com 12 cabeças de chave, o Brasil evita alguns tradicionais favoritos. Entre os comentaristas, a Croácia aparece repetidamente como o principal obstáculo a evitar no pote 2. A Noruega aparece como opção de risco no pote 3.
Para a análise de risco no pote 4, Gana recebe maior atenção, embora haja ressalvas sobre quem virá das repescagens europeias. A expectativa é de que 12 cabeças de chave mantenham o equilíbrio entre os grupos.
Perspectiva geral
Especialistas destacam que, mesmo em grupo considerado difícil, o formato atual permite que seleções fortes avancem. O Brasil busca planejamento tático para encarar rivais potenciais já na fase inicial, mantendo o objetivo de avançar com consistência.
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