- O Haiti integration no grupo do Brasil na Copa do Mundo de 2026, com enfrentamentos contra Escócia (13 de junho), Brasil (19 de junho) e Marrocos (24 de junho).
- Os locais dos jogos serão divulgados pela FIFA neste sábado, e torcedores haitianos podem viajar aos Estados Unidos, dependendo de mudanças na política de imigração anunciadas por Donald Trump.
- Trump assinou no mês de junho uma ordem executiva que restringe a entrada de imigrantes haitianos nos EUA, o que pode impactar o apoio em campo.
- O treinador Sebastien Migné permanece otimista quanto ao apoio da diáspora haitiana no exterior, destacando o duelo com grandes seleções como oportunidade privilegiada.
- O Haiti não disputava uma Copa desde 1974, em Alemanha, e volta ao Mundial após cinquenta anos.
O Haiti disputou uma Copa do Mundo pela última vez em 1974, na Alemanha. O país integra a Concacaf e ficou no grupo do Brasil para a edição de 2026. Os locais das partidas serão divulgados pela FIFA neste sábado.
O técnico Sebastien Migné manteve o otimismo sobre o apoio da torcida haitiana no exterior. Ele ressaltou que enfrentar grandes seleções será o destaque da participação e destacou a possibilidade de torcedores ampliarem a presença em estádios.
Após o sorteio, ficou definido que o Haiti abrirá o grupo contra a Escócia no dia 13 de junho, na fase inicial. Em seguida, encara o Brasil no dia 19 e encerra a fase contra o Marrocos no dia 24, todos os jogos ainda sem sede oficial.
A presença de torcedores haitianos nos Estados Unidos depende de mudanças em políticas de imigração anunciadas por autoridades americanas. Uma ordem executiva de junho restringe a entrada de imigrantes haitianos, o que pode impactar a viagem de fãs.
Migné afirmou que há muitos haitianos nos EUA e que uma solução pode surgir. Mesmo diante de possíveis dificuldades, ele disse que a participação do Haiti na Copa do Mundo representa uma oportunidade histórica para o país.
A expectativa é de que as cidades-sede divulguem informações oficiais hoje. Caso os jogos ocorram nos EUA, crescerá o interesse de haitianos em acompanhar a equipe ao redor do continente.
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