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Juventude cai para Série B com elenco mal montado e desempenho ruim em casa

Juventude cai para a Série B em 2025 após trinta e oito jogos, com desempenho instável e falha da estratégia de apostas e contratações.

Juventude foi rebaixado no Brasileirão (Foto: Foto: Luiz Erbes/AGIF Luiz Erbes/AGIF)
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  • O Juventude fechou a temporada 2025 com trinta e oito jogos, nove vitórias, oito empates e vinte e uma derrotas, aproveitamento de 30,7%, e relegação para a Série B.
  • Ao longo do ano, o clube teve três treinadores: Fábio Matias, Claudio Tencati e Thiago Carpini, sendo este último quem mais comandou a equipe sem evitar a queda.
  • A estratégia de apostar em jogadores de oportunidade para manter a elite falhou em 2025, com orçamento pesando e contratações caras que não renderam. Gilberto foi um exemplo negativo, com vinte e cinco jogos, quatro gols e duas assistências.
  • O desempenho em casa foi abaixo do esperado, com dezenove jogos disputados no Jaconi, seis vitórias, oito derrotas e cinco empates; foram 21 gols marcados e 26 sofridos em casa.
  • Entre os destaques, Gabriel Taliari liderou gols e participações decisivas (oito gols e 12 ações diretas), enquanto nomes como Nenê e Marcelo Hermes tiveram papel relevante na criação, e Gilberto ficou como a principal decepção do elenco.

O Juventude encerrou a temporada 2025 do Brasileirão com o rebaixamento para a Série B após 38 jogos. O time terminou com 9 vitórias, 8 empates e 21 derrotas, somando 30,7% de aproveitamento. A campanha ficou abaixo do esperado, mesmo com crescimento estrutural em andamento.

A gestão do elenco foi marcada por apostas de mercado, uso do Jaconi como fortaleza e três treinadores durante o ano. Fábio Matias iniciou o trabalho, seguido por Claudio Tencati e, por fim, Thiago Carpini, que não conseguiu evitar a queda. O padrão técnico foi apontado como o principal responsável pelo resultado.

O elenco teve custos elevados em contratos de alguns jogadores, com Gilberto entre os nomes mais caros, mas de retorno técnico limitado. Em campo, Lucas Barbosa, destaque em 2024, não repetiu o desempenho, e o ataque acumulou apenas 35 gols ao longo do Brasileirão. Em casa, o Juventude venceu 6 de 19 jogos, marcando 21 e tomando 26 gols.

A atuação em casa foi determinante para a queda. No Alfredo Jaconi, a equipe teve desempenho inferior ao esperado, com apenas seis vitórias, oito derrotas e cinco empates. O sistema defensivo sofreu com a distância entre orçamento e produção de resultado.

Entre os destaques do elenco, Gabriel Taliari teve 12 ações decisivas, com 8 gols e 4 assistências. Nenê e Marcelo Hermes também contribuíram, somando 7 participações diretas cada um. Emerson Batalla atuou como segundo goleador, com 4 gols, atrás de Taliari.

Internamente, a diretoria segue buscando equilíbrio entre investimento técnico e estrutura. O clube aponta avanços no CT e no Jaconi como essenciais para a sustentabilidade, mas admite que o equilíbrio financeiro continua impactando contratações e performance em campo.

Análise de torcedores aponta como pontos fortes Caique, Taliari e Mandaca, pilares nos melhores momentos. A decepção ficou com Gilberto, debilitado por lesões e com retorno limitado. A saída de Veron, contratado para o ano, também foi citada como frustração entre parte da torcida.

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