- Real Madrid perdeu por 2 a 1 para o Manchester City, no Bernabéu, pela sexta rodada da Champions League.
- O Real abriu o placar com Rodrygo, após passe de Bellingham; pouco depois, Gvardiol cabeceou para empatar e Nico O’Reilly finalizou para deixar tudo igual.
- No fim do primeiro tempo, Haaland converteu pênalti após revisão do VAR, virando o jogo para o City.
- Endrick entrou aos 79 minutos, ficou em evidência com duas finalizações e cabeçada na trave; torcedores reclamaram dos poucos minutos em campo.
- No segundo tempo, o Real pressionou, mas o City manteve a vantagem e levou os três pontos fora de casa.
O Real Madrid perdeu por 2 a 1 para o Manchester City nesta quarta-feira, no Santiago Bernabéu, pela 6ª rodada da Champions League. A derrota ocorreu com o time espanhol mantendo o atraso na tabela, enquanto o City abriu vantagem fora de casa.
O técnico Xabi Alonso escalou Gonzalo García entre os titulares, em razão da ausência de Mbappé, lesionado. Endrick começou no banco e entrou aos 79 minutos, tornando-se o principal atacante do Real nos minutos finais.
A partida em números
Logo no início, Vini Jr sofreu falta de Matheus Nunes, que inicialmente foi marcada como pênalti, mas revertida após o VAR, com a cobrança sendo convertida como falta fora da área.
Cinco minutos depois, Rodrygo cruzou para Vini Jr, que desperdiçou a oportunidade de abrir o placar em um lance de perto. O Real Madrid teve mais volume, mas não converteu.
Gols e viradas
O Real abriu o placar com Míchel Bellingham — o primeiro gol do brasileiro desde março, em 32 jogos sem marcar — após assistência de Rodrygo. Em cobrança de escanteio, Gvardiol empatou de cabeça após rebote de Courtois.
Perto do intervalo, Rüdiger puxou Haaland na área e o árbitro confirmou pênalti após revisão do VAR; Haaland deslocou Courtois e deixou o City na frente.
Segundo tempo e atuação de Endrick
No retorno do intervalo, o Real Madrid pressionou, mas não empatou. Endrick apareceu com mais presença ofensiva após entrada aos 35 minutos, chegando perto de marcar de cabeça, acertando o travessão.
Apesar da pressão, o City manteve a posse menos relevante, mas garantiu a vitória com a vantagem construída no primeiro tempo.
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