- O Plano Orçamentário de 2026 do Internacional prevê superávit e será votado pelo Conselho Deliberativo na próxima segunda-feira (10).
- O orçamento foi auditado pelo Conselho Fiscal com apoio técnico da Cerutti & Machado Auditores Associados; o parecer final recomenda aprovação.
- O orçamento inclui uma receita estimada de R$ 23 milhões com jogos e cotas da Conmebol, valor que não deve ocorrer, o que pode gerar déficit.
- As projeções de venda de jogadores para 2025 são de R$ 160 milhões, sendo R$ 116,6 milhões já garantidos; para 2026, a expectativa é de R$ 171,6 milhões.
- Os custos do futebol devem cair de R$ 431,5 milhões em 2025 para R$ 406,6 milhões em 2026; a folha salarial total cai de R$ 258,3 milhões para R$ 253 milhões.
O Plano Orçamentário do Internacional para 2026 prevê um superávit e será submetido à apreciação do Conselho Deliberativo na próxima segunda-feira, dia 10. Os documentos já foram distribuídos aos conselheiros para análise, com auditoria do Conselho Fiscal e apoio técnico da Cerutti & Machado Auditores Associados. O parecer final recomenda a aprovação.
Segundo apuração, o clube não deverá participar de competições internacionais em 2026, o que impacta diretamente as previsões de receita. O detalhamento apresentado aponta receitas com jogos e cotas da Conmebol no valor de R$ 23 milhões que não ocorrerão.
Principais números
Venda de jogadores: a previsão para 2025 era de R$ 160 milhões, mas já foram garantidos R$ 116,6 milhões. Para 2026, a projeção é de R$ 171,6 milhões. Custos do futebol devem recuar de R$ 431,5 milhões em 2025 para R$ 406,6 milhões em 2026.
Folha salarial: o total projetado cai de R$ 258,3 milhões (em torno de R$ 21,5 milhões/mês) para R$ 253 milhões (aproximadamente R$ 21,1 milhões/mês). Esses números integram o orçamento auditado pelo CF, com apoio da Cerutti & Machado.
Contexto adicional
O Conselho Fiscal manteve o parecer favorável à aprovação dos valores, mas o total pode se transformar em déficit devido à ausência de receita prevista com participação em competições. A apuração foi amplamente baseada em documentos entregues aos conselheiros e divulgados pelo Lance!, com menção a informações antecipadas por Alexandre Ernst em canal digital.
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