- O São Paulo não deve manter Emiliano Rigoni para a temporada de 2026; a renovação já era considerada remota e o empréstimo vai até 31 de dezembro.
- Rigoni retornou ao Morumbi em setembro e não houve renovação automática, já que não cumpriu a cláusula de 12 jogos com pelo menos 45 minutos em campo.
- Além dele, Luiz Gustavo também deixa o clube; Juan Dinenno pode assinar com o Deportivo Cali; Jandrei terá o contrato estendido; Leandro não deve renovar.
- O Tricolor vai analisar propostas para reduzir a folha salarial e ajustar o orçamento.
- O clube mantém dispensas até o fim do ano e avalia movimentações para balancear as contas.
O São Paulo não deve manter Emiliano Rigoni na temporada de 2026. A decisão já era prevista e foi confirmada recentemente, encerrando o empréstimo do argentino que volta ao León, do México, após a passagem pelo Morumbi. O acordo com o Santos, da torcida, não teve renovação automática.
Rigoni voltou ao Morumbi no fim da janela de transferências, em setembro, mas não atingiu a condição para renovação automática. O clube avaliou que não havia interesse comum em prolongar a parceria e, por isso, não avançou com a extensão.
Além do camisa 9, o SPFC confirmou dispensas que integram a atual lista de redução da folha salarial. Luiz Gustavo também deixará o clube, conforme planejamento interno. Juan Dinenno deve assinar com o Deportivo Cali, da Colômbia, após deixar o Tricolor.
Jandrei deve ter o contrato estendido com o São Paulo, mantendo o goleiro como parte da comissão. Leandro, revelado em Cotia, não deve renovar seu vínculo. O clube ainda analisará propostas de outros jogadores para reduzir o impacto financeiro.
Dispensas e impactos
O São Paulo mantém a linha de enxugar custos para a temporada seguinte. A direção avalia o impacto financeiro de cada saída e pretende equilibrar o orçamento, sem definir novos nomes no momento. As negociações seguem abertas para entradas que apresentem boa relação custo-benefício.
Entre na conversa da comunidade