- O São Paulo Futebol Clube afirmou que apenas dois atletas do elenco profissional utilizaram o medicamento Mounjaro, com indicação clínica, sem relação comprovada com as lesões.
- O clube disse que o uso foi realizado de forma individualizada, com acompanhamento médico e critérios clínicos, não sendo algo generalizado ou indiscriminado.
- A crise interna ganhou força após o portal UOL revelar que o nutrólogo Eduardo Rauen prescreveu o Mounjaro a dois atletas sem comunicar o setor médico, gerando desdobramentos institucionais.
- O São Paulo informou que o Mounjaro é regularizado pela Anvisa e fabricado pela Eli Lilly, sem irregularidades, desde que haja indicação médica e procedência original.
- O clube rejeitou acusações de uso inadequado e afirmou que atitudes para obter publicidade não condizem com a ética profissional.
O São Paulo Futebol Clube informou nesta sexta-feira (12) que apenas dois atletas do elenco profissional utilizaram o medicamento Mounjaro, com indicação clínica, e que não há relação comprovada entre o uso e o aumento de lesões. O clube afirma que o remédio é regularizado pela Anvisa.
Segundo o clube, os tratamentos foram realizados de forma individualizada, após avaliações clínicas criteriosas, com indicação médica. O uso não foi generalizado nem contínuo entre os atletas. A gestão reforça que não houve comunicação inadequada entre setores.
O UOL informou que o nutrólogo Eduardo Rauen prescreveu o Mounjaro a dois atletas sem comunicar o setor médico do clube, o que teria causado repercussão interna e desdobramentos institucionais. A análise interna está em andamento para apurar os fatos.
Desdobramentos internos
O São Paulo afirmou que repudia a divulgação de informações sem confirmação ou autorização de envolvidos. O clube destacou que qualquer atuação na área de saúde segue normas éticas e regulamentares. A instituição garante cuidado e acompanhamento médico aos atletas.
A defesa do clube sustenta que o Mounjaro foi utilizado com origem, prescrição e supervisão médica adequadas, sempre dentro dos padrões legais. Não houve, segundo o clube, utilização irregular do medicamento.
O caso segue sob apuração interna, com avaliação de procedimentos médicos e comunicação entre áreas. O São Paulo não comentou sobre medidas disciplinares até o momento, mantendo foco na saúde e no desempenho do elenco.
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