- Andrés D’Alessandro pediu exoneração do Internacional após a demissão de André Mazzuco, movimento visto como tentativa de limpar a imagem diante do desgaste interno.
- Barcellos havia demitido o diretor executivo André Mazzuco pouco antes da reunião com D’Alessandro, que optou por não permanecer no clube.
- A avaliação interna aponta que a atuação de D’Alessandro não foi considerada satisfatória, especialmente pela desmotivação do elenco e pelas contratações indicadas por ele.
- O rompimento pode influenciar a permanência do técnico Abel Braga, já que ele era cotado para o Departamento de Futebol com apoio de D’Alessandro e Mazzuco.
- O caso ressalta tensões entre gestão, elenco e comissão técnica no Beira-Rio e o desgaste acumulado ao longo da temporada.
Nos bastidores do Beira-Rio, Andrés D’Alessandro pediu exoneração do cargo de diretor esportivo na noite de terça-feira, 9 de abril. A decisão ocorreu logo após a demissão de André Mazzuco, diretor executivo, anunciada pela diretoria.
A saída de D’Alessandro é vista como continuidade do desgaste interno no Inter. A avaliação interna aponta falhas na condução do vestiário, falhas em contratações indicadas pelo argentino e desmotivação do elenco ao longo da temporada.
Barcellos, presidente do clube, aceitou o pedido sem resistência. A ruptura pode influenciar a permanência de Abel Braga no quadro técnico, com rumores de que o ex-técnico tinha expectativa de atuar no Departamento de Futebol ao lado de D’Alessandro.
A mudança é interpretada como tentativa de limpar a imagem diante da torcida. Desgastado, D’Alessandro ganhou a percepção de não ter conseguido articular ponte entre jogadores, comissão técnica e gestão, segundo apuração da imprensa.
Impactos e perspectivas
A saída de D’Alessandro abre espaço para reconfigurar o Beira-Rio. Alguns interlocutores apontam que a direção busca produtividade e resultados mais imediatos. A atual situação reforça tensões entre gestão, elenco e comissão técnica.
A possível assinatura de Abel Braga em novo papel depende de negociações com a diretoria. O histórico favorito manteria relações próximas com Mazzuco e D’Alessandro, o que favorece a continuidade de projetos existentes.
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