- A Justiça de São Paulo rejeitou parte da denúncia do Ministério Público contra Andrés Sánchez e Roberto Gavioli, envolvendo apropriação indébita agravada continuada, lavagem de dinheiro e falsidade de documento tributário nos gastos com cartões corporativos do Corinthians entre 2018 e 2020.
- A juíza Marcia Mayumi Okoda Oshira determinou que o crime de apropriação indébita siga para vara criminal comum, com medidas para a continuidade da investigação.
- As acusações de lavagem de dinheiro e falsidade foram rejeitadas pela magistrada, que entendeu que a denúncia não as abrange.
- Caso as medidas impostas não sejam cumpridas, há risco de prisão preventiva.
- A denúncia foi apresentada em 15 de outubro de 2025 e tramita em segredo de justiça.
A Justiça de São Paulo recusou parte da denúncia do Ministério Público contra Andrés Sanchez e Roberto Gavioli. Os ex-dirigentes do Corinthians foram acusados de apropriação indébita agravada continuada, lavagem de dinheiro e falsidade de documento tributário relativos a gastos com cartões corporativos entre 2018 e 2020. A denúncia tramita com sigilo.
A juíza Marcia Mayumi Okoda Oshira (2ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Capital) afastou as acusações de lavagem de dinheiro e falsidade documental. A ação de apropriação indevida, no entanto, deve seguir para vara criminal comum.
Ela determinou medidas para a continuidade da investigação. O descumprimento pode levar à decretação de prisão preventiva, conforme o mandado. A denúncia recebida em 15/10/2025 permanece sob sigilo, segundo a decisão judicial.
Defesa e próximos passos
A defesa de Sanchez afirmou que a rejeição da maior parte das acusações foi correta, mantendo a inocência sobre a possível apropriação indébita. O caso prosseguirá na vara criminal competente, com novas diligências previstas pela Justiça.
Contexto adicional
O Ministério Público também investiga irregularidades em mandatos anteriores do clube, incluindo gestões de Duílio Monteiro Alves e Augusto Melo. O objetivo é apurar possíveis gastos ilícitos com cartões corporativos entre 2018 e 2020.
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