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Os oito dias que salvaram o Internacional da queda para a Série B

Carravetta revela oito dias sem remuneração que, sob Abel Braga, uniram o vestiário e resultaram em vitória final, salvando o Inter do rebaixamento

Abel Braga conversa com Elio Carravetta no CT Parque Gigante (Foto: Ricardo Duarte/SC Internacional)
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  • Elio Carravetta, braço direito de Abel Braga, revela oito dias de trabalho sem remuneração que salvaram o Internacional do rebaixamento, com vitória por 3 a 1 sobre o Bragantino no segundo tempo.
  • Abel Braga retornou ao Inter como treinador/diretor técnico; Carravetta diz que o vestiário estava tenso, mas ganhou unidade durante o período.
  • No domingo, o Inter precisava vencer o Bragantino e torcer por outros resultados para permanecer na Série A; tudo acabou dando certo.
  • Durante os oito dias, Abel orientou estratégias mesmo sem presença física constante e promoveu substituições decisivas que elevaram a performance do time no segundo tempo.
  • Carravetta enfatiza que não houve milagre, e sim trabalho, experiência e liderança de Abel, que geraram a confiança necessária para salvar o Inter.

Entre 30 de novembro e 7 de dezembro, o Internacional venceu o Bragantino por 3 a 1 no Beira-Rio, salvando-se do rebaixamento. Abel Braga voltou como treinador/diretor técnico, com Elio Carravetta entre os assistentes, em meio a um cenário crítico no Brasileirão.

Carravetta relata oito dias de trabalho intenso sem remuneração, em que o vestiário foi inicialmente tenso, mas ganhou unidade. A equipe recebeu ajustes táticos sem a presença constante de Abel, que promoveu substituições decisivas e transmitiu confiança aos jogadores.

Bastidores

Ao chegar, Carravetta contou ter encontrado o vestiário com sinais de cisão e desconfiança. Segundo ele, porém, o ambiente já estava unido antes da intervenção da comissão técnica. O time passou por treinos focados em corrigir erros vistos contra o São Paulo.

O primeiro tempo do duelo contra o Bragantino foi irregular, mas o técnico repetiu a escalação no segundo tempo. As mudanças de Abel abalaram o ritmo do jogo, reforçando a confiança de quem voltou ao time e de quem ficou no banco, conforme o preparador físico.

Para Carravetta, o êxito não veio por milagre ou mística, e sim pelo trabalho profissional. Ele destacou a experiência de Abel Braga e a percepção dele sobre a equipe como fatores centrais para a recuperação do Inter.

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