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Ex-Ceará desiste de ir à Ucrânia após ataque, em meio a frio e luto

Geovane busca dissolução do contrato com Epitsentr para voltar ao Brasil, citando impactos da guerra na família, como frio e racionamento de energia

Brasileiro ex-Ceará desiste da Ucrânia após três meses: "A gente repensa"
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  • Geovane, atacante brasileiro de 26 anos, chegou ao Epitsentr em setembro de 2025, com o empresário buscando dissolver o contrato para retornar ao Brasil.
  • A decisão ocorre em meio à guerra na Ucrânia, que afeta a vida de jogadores estrangeiros e a rotina do clube.
  • Dificuldades enfrentadas pela família incluem frio intenso, racionamento de energia e problemas com elevadores, levando a ideia de voltar ao Brasil para cuidar da esposa e dos filhos.
  • O jogador citou razões ligadas à carreira e à parte financeira ao aceitar a proposta de vir para a Ucrânia, mas afirmou que o clube não tem intérprete e que a família precisa de estabilidade.
  • A família planeja retornar ao Brasil; Geovane comunicou ao Epitsentr a possibilidade de saída a qualquer momento devido às condições de guerra.

Geovane, atacante brasileiro de 26 anos, chegou ao Epitsentr em setembro de 2025 depois de passagem pelo Ceará e pelo Portimonense. O contrato permanece em vigor, mas já há movimentação para dissolução e retorno ao Brasil.

A família tem enfrentado dificuldades no cotidiano em meio à guerra na Ucrânia. O frio intenso, o racionamento de energia e a insegurança afetam a rotina em Kamianets, onde o clube fica.

O empresário do jogador já informou o Epitsentr sobre a intenção de rescindir o contrato para que Geovane possa buscar um novo clube no Brasil. A decisão também visa cuidar da esposa e dos filhos.

Contexto humano na Ucrânia

Geovane descreve impactos do conflito no dia a dia, incluindo limitações de aquecimento e problemas com elevadores. Ele relata a necessidade de planejamento para deslocamentos e permanência em prédios sem porteiro.

O atleta destaca que o clube tem oferecido suporte durante a negociação, mas aponta desafios logísticos e familiares. O retorno ao Brasil é visto como prioridade para o bem-estar da família.

A família, especialmente a esposa, tem sido o pilar de apoio, segundo Geovane. Ele afirma que a decisão envolve também questões culturais, linguísticas e o desejo de manter a cabeça estável para a carreira.

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