- O São Paulo confirmou que o nutrólogo Eduardo Rauen rescindirá seu contrato após o caso envolvendo o uso de canetas emagrecedoras por jogadores do elenco.
- Dois atletas teriam sido prescritos para o medicamento, e as canetas teriam sido comercializadas por um vendedor sem autorização da Anvisa.
- Ao longo do ano, setenta casos de problemas físicos atingiram o elenco do clube.
- O clube informou que o medicamento foi prescrito apenas para dois atletas, após avaliações clínicas individuais, e destacou que o tratamento ocorreu de forma pontual e com acompanhamento médico.
- O São Paulo reforçou que atua dentro das normas éticas e legais da área da saúde e que o uso do medicamento Mounjaro foi devidamente regulamentado e autorizado pela Anvisa.
O São Paulo decidiu rescindir o contrato do nutrólogo Eduardo Rauen, apontado como responsável pela orientação médica. A apuração foi feita pelo UOL e confirmada pelo Lance!.
Duas atletas do elenco teriam utilizado canetas emagrecedoras, vendidas por um vendedor sem autorização da Anvisa. A empresa responsável pela venda não possuía o aval sanitário.
O clube informou que houve avaliação clínica individualizada para apenas dois atletas, com prescrição realizada pelo nutrólogo envolvido. O medicamento em questão é o Mounjaro, fabricado pela Eli Lilly, cujo uso está sob supervisão médica e dentro de normas éticas.
Ponto de contexto e desdobramentos
Ao longo da temporada, segundo o clube, ocorreram 70 casos de problemas físicos entre atletas. A direção enfatizou que a prática médica segue diretrizes e que não houve uso generalizado do medicamento.
O São Paulo também reforçou que qualquer conduta na área de saúde é regulamentada e que não houve irregularidade no uso do produto, desde que haja indicação médica, procedência e acompanhamento. O posicionamento foi encaminhado ao Lance!.
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