- A Nigéria pediu à FIFA a eliminação do Congo da repescagem da Copa do Mundo de 2026, após alegações de escalações irregulares de nove jogadores.
- Entre os citados estão os laterais Aaron Wan-Bissaka e Arthur Masuaku, apontados por não completarem corretamente o processo de mudança de nacionalidade.
- A FIFA ainda não comentou oficialmente sobre o caso.
- A repescagem africana ocorreu após o Congo vencer a Nigéria nos pênaltis; o vencedor disputará a vaga mundial em 31 de março contra o ganhador de Nova Caledônia x Jamaica.
- Se aceita a reclamação, o efeito pode se espalhar para outras seleções africanas; Wan-Bissaka mudou para o Congo em agosto e estreou pela equipe no mês seguinte.
O secretário-geral da Federação Nigeriana de Futebol, Sanusi Mohammed, pediu oficialmente à FIFA a exclusão do Congo da repescagem para a Copa do Mundo de 2026, marcada para março. A Nigéria contesta a elegibilidade de nove jogadores do Congo que disputaram a partida decisiva contra os nigerianos, vencida pelo Congo nos pênaltis.
A acusação sustenta que os atletas não concluíram corretamente o processo de mudança de nacionalidade para defender o Congo. Entre os citados estão os laterais Aaron Wan-Bissaka, do West Ham, e Arthur Masuaku, do Sunderland, ambos com passaporte europeu. A FIFA ainda não se manifestou sobre o caso.
Implicações e contexto
Caso a FIFA acolha a denúncia, pode haver revisão da vaga africana na repescagem para o Mundial de 2026, com efeitos para outras seleções. Wan-Bissaka estreou pela equipe congolesa apenas em agosto, após ter atuado pela Inglaterra na base. A repescagem continental envolve o vencedor entre Nova Caledônia e Jamaica, além de enfrentar o Congo na decisão final, prevista para 31 de março.
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