- Leila Pereira assumiu a presidência do Palmeiras em 2022 e foi reeleita em novembro passado com 2.295 votos; o estatuto permite duas reeleições de três anos cada, com a última mudança ocorrida em 2018.
- A ideia de ampliar o mandato para um triênio voltou a ganhar força entre alas políticas, provocando divergências no Conselho Deliberativo durante a votação do orçamento de 2026.
- Conflitos entre Leila e o conselheiro José Corona Netto cresceram, com acusações e ameaças de ações legais/éticas; Leila sinalizou disposição para debater a pauta após insinuações de apoio prévio.
- A reunião do conselho ficou marcada pelos embates sobre a mudança estatutária, com o orçamento ficando em segundo plano diante das discussões internas.
- Leila afirmou interesse em discutir a alteração no estatuto; Corona buscará retratação na Justiça, e há expectativa de sindicância interna e atuação da Comissão de Ética do Palmeiras.
O Palmeiras vive um momento de tensão interna com a possibilidade de ampliar o mandato da presidência para um triênio. Leila Pereira exerce o cargo desde 2022, quando recebeu amplo apoio de conselheiros e associados. O estatuto atual já permite duas reeleições de três anos; a mudança mais recente ocorreu em 2018. Ela foi reeleita em novembro passado com 2.295 votos.
A ideia de estender o mandato voltou a ganhar força entre alas políticas do clube, gerando divergências no Conselho Deliberativo ao discutir o orçamento de 2026. Conflitos entre Leila Pereira e o conselheiro José Corona Netto aumentaram, promovendo acusações e possivelmente ações legais ou éticas.
Leila sinalizou disposição para debater a pauta e possíveis alterações no estatuto, depois de insinuações de apoio prévio. A reunião do CD para o orçamento de 2026 acabou exposta a debates sobre o tema, com críticas públicas de Corona Netto à gestão.
Bastidores e desdobramentos
Conselheiros passaram a demonstrar insatisfação com a ideia de um terceiro mandato. A presidente, que mantém forte apoio no Conselho e entre associados, vê a discussão como aberta, sujeita a avaliação pelos sócios e conselheiros.
Corona Netto afirma que acionará a Justiça para exigir retratação após ter sido chamado de “covarde” e “fracassado” por Leila. A presidente informou que poderá abrir sindicância interna e levar o caso à Comissão de Ética do Palmeiras.
Historicamente, o estatuto permite dois mandatos consecutivos. A última alteração, em 2018, elevou o tempo de mandato de dois para três anos. O mandato atual de Leila Pereira vai até dezembro de 2027, e a eleição para reeleição ocorreu em novembro do ano passado.
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