- Fortaleza e Real Brasília desistiram do Brasileirão Feminino, abrindo vagas na Série A1 para 2026.
- A CBF não oficializou critérios de substituição; a decisão de quem entra caberá à Diretoria de Competições com base no equilíbrio técnico-esportivo.
- Vitória (BA) e Mixto (MT) aparecem como favoritas para herdarem as vagas, conforme as melhores campanhas entre equipes elegíveis.
- Pérolas Negras (RJ) e UDA (AL) podem disputar a Série A2 caso o critério esportivo seja adotado, com outras equipes disputando a A3.
- O calendário de 2026 prevê aumento de cotas e premiações, impactando planejamento financeiro e contratos das equipes.
Fortaleza e Real Brasília abandonaram o Brasileirão Feminino, abrindo vagas na Série A1. A CBF não oficializou, até o momento, critérios formais de substituição, apenas determinações de equilíbrio técnico-esportivo sob a anuência da DCO.
Desistências oficiais criaram lacunas na elite. Vitória (BA) e Mixto (MT) aparecem como candidatas prováveis a preenchimento, conforme as melhores campanhas entre equipes elegíveis, segundo o cenário atual da A1/A2.
O panorama atual aponta que Fortaleza encerrou o projeto do futebol feminino, abrindo mão da vaga na A1, enquanto o Real Brasília também não seguirá adiante por falta de patrocínio. A CBF ainda não confirmou substituições automáticas.
Critérios para o preenchimento
Se houver adoção do critério esportivo, Fortaleza e Real Brasília deixam espaço para preenchimento por mérito. Vitória e Mixto aparecem como quintos colocados entre as candidatas elegíveis, podendo compor a A1 conforme o regulamento.
Como resultado, a A1 pode ficar integrada por América-MG, Atlético-MG, Bahia, Botafogo, Bragantino, Corinthians, Cruzeiro, Ferroviária, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Juventude, Palmeiras, Santos, São Paulo, Vitória e Mixto.
Pérolas Negras-RJ e UDA-AL aparecem como candidatas naturais à A2 ou a preenchimentos intermediários, com base no desempenho da A3. A linha de vagas completa dependerá da decisão da DCO.
Consequências para 2026
O calendário de 2026 já está traçado, com a Supercopa em fevereiro e as primeiras Séries definidas logo na sequência. A subida administrativa altera orçamentos de clubes, que já haviam aprovado planos para 2026.
AUMENTO de cotas e premiações também impacta o planejamento financeiro e contratações. A primeira fase da A1 passa a ter cota de 720 mil, com o título chegando a 2 milhões; a A2 sobe para 360 mil; a A3, 120 mil.
A Copa do Brasil Feminina também registra alta nas premiações por fase, com oitavas passando a 200 mil e prêmio de 1 milhão ao campeão. Calendário completo do futebol feminino para 2026 acompanha esse movimento.
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