- O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres, marcou a votação de impeachment de Julio Casares para a próxima quarta-feira, 14, com início previsto às 18h30.
- Para impeachment ser aprovado, é necessário voto favorável de maioria qualificada: 171 dos 255 votos, o que resultaria em afastamento provisório.
- Passada a decisão do Conselho, até 30 dias após a votação deverá ocorrer uma Assembleia Geral de sócios para ratificar a medida, em que basta maioria simples.
- Se Casares for destituído, o vice-presidente Harry Massis Junior assume a presidência até a eleição deste ano, em processo indireto em que conselheiros elegem o mandatário.
- A agenda foi definida depois de o Conselho Consultivo do São Paulo se posicionar contra o impeachment por falta de provas.
O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres, agendou para a próxima quarta-feira, 14, a votação do impeachment de Julio Casares. O início está previsto para as 18h30, no clube do Morumbi.
Para o impeachment ser aprovado, é necessária a maioria qualificada de dois terços dos 255 conselheiros, ou 171 votos favoráveis. Caso aprovado, haverá um afastamento provisório do presidente.
Em até 30 dias após a votação do Conselho, uma Assembleia Geral de sócios deve ratificar a decisão com maioria simples. Se Julio Casares for destituído, o vice-presidente Harry Massis Junior assume temporariamente até a eleição deste ano, que ocorre de forma indireta entre os conselheiros.
Envolvidos e consequências atuais
A decisão envolve o presidente Casares e o Conselho Deliberativo, que representa a maioria qualificada para afastamento. A condução é de responsabilidade do trâmite institucional previsto pelo estatuto do clube.
Contexto recente
A votação ocorre após posicionamento contrário ao impeachment feito pelo Conselho Consultivo, que rejeitou a ideia por falta de provas. O desfecho depende de fases distintas: aprovação no Conselho, seguida de Assembleia Geral.
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