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Reforma de São Januário: venda do potencial construtivo atrasa início das obras

Venda do potencial construtivo atrasa o início da reforma de São Januário; acordo com SOD Capital é crucial para destravar o cronograma e manter a meta sob avaliação

São Januário, estádio do Vasco (Foto: Leandro Amorim/Vasco)
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  • Reforma de São Januário depende da venda do potencial construtivo; o início, que seria no começo de 2026, não ocorreu por entraves burocráticos.
  • O avanço principal é a negociação com a SOD Capital, que demonstrou interesse em adquirir a maior parte do potencial; as partes estão apalavradas e a conclusão deve sair em breve, com prazo inicial até 12 de dezembro podendo ser estendido.
  • Além da SOD Capital, duas empresas trabalham em negociações para parcelas menores, mas as vendas isoladas não bastariam para viabilizar as obras imediatamente.
  • O novo São Januário deverá ter capacidade entre 44 e 46 mil torcedores, segundo o vice‑presidente geral do clube.
  • Enquanto não há definição, o Vasco avalia mandar jogos em outros estádios, como o Nilton Santos, mantendo o início da reforma como incógnita.

O Vasco não definiu data para iniciar a reforma de São Januário. A previsão inicial apontava para o começo das obras no início de 2026, mas entraves burocráticos envolvendo a venda do potencial construtivo atrasaram o cronograma. A modernização da Colina é vista como estratégica esportiva e financeira.

O principal avanço ocorre na negociação com a SOD Capital, empresa que demonstrou interesse em adquirir a maior parte do potencial construtivo. As partes estão apalavradas, com expectativa interna de conclusão em breve. O acordo previa o fechamento até 12 de dezembro, mas houve margem para prorrogação conforme o andamento do processo.

Além da SOD Capital, outras duas interlocuções estão em estágio avançado para a compra de parcelas menores do potencial, porém essas vendas isoladas não seriam suficientes para gerar o fluxo de caixa necessário para iniciar as obras imediatamente.

O novo São Januário deve receber entre 44 e 46 mil torcedores, conforme afirmou o vice-presidente geral do Vasco, Renato Brito, em participação na edição especial do Lance! Talks – Rio, Capital Mundial do Esporte, realizada em novembro de 2025.

Cenário atual e próximos passos

Entre as opções em análise, o clube também avalia onde mandar os jogos durante o período de obras, com o estádio Nilton Santos surgindo como uma das principais possibilidades. Enquanto a definição não ocorre, o avanço da negociação com a SOD Capital segue sendo visto como essencial para destravar a reforma.

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