- Abel Ferreira comentou a condição de Vitor Roque, que saiu de campo no início do segundo tempo contra o Mirassol por dores no joelho direito e foi direto ao banco para colocar gelo.
- O treinador disse que não é necessário ser “mag o da fisiologia” para entender que ficar um mês parado e, depois, treinar, dificulta o retorno do jogador, e citou a limitação de substituições.
- Mesmo com as dores durante a partida, Roque não demonstrou incômodo ao deixar o estádio ao lado da delegação.
- Em 2026, o centroavante já lidou com lesões, como uma entorse no tornozelo na estreia do Paulista contra a Portuguesa; agora ele será avaliado pelo departamento médico do Palmeiras.
- O Verdão volta a atuar pela quarta rodada do Paulista contra o Novorizontino, na terça-feira, 20, às 20h, no Jorge Ismael de Biasi.
Vitor Roque deixou o campo ainda no início do segundo tempo durante o jogo entre Palmeiras e Mirassol, na Arena Barueri, por causa de dores no joelho direito. O camisa 9 foi direto para o banco, onde recebeu gelo para aliviar o incômodo.
O técnico Abel Ferreira comentou sobre a situação ao vivo, explicando que o caso não depende apenas de fisiologia: o jogador fica mais vulnerável após uma pausa longa e atividade intensa. Não houve confirmação de lesão grave, segundo o treinador.
O zagueiro do Palmeiras permaneceu no entorno da delegação após a substituição, enquanto a equipe concluía a vitória por 1 a 0. A avaliação médica do clube será determinante para confirmar o que ocorre de fato com o joelho direito.
Essa não é a primeira indisposição de Roque em 2026. Na estreia do Paulista, ele não foi relacionado por uma entorse no tornozelo provocada por um trauma em um jogo-treino com Desportivo Brasil. O clube ainda não divulgou um diagnóstico definitivo.
Na próxima rodada do Estadual, o Palmeiras encara o Novorizontino, na terça-feira (20), às 20h, no Jorge Ismael de Biasi. A comissão técnica aguarda a avaliação para definir a situação física do centroavante até lá.
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