- Botafogo está punido pela Fifa há 22 dias e não pode registrar reforços, devido à dívida na compra de Thiago Almada.
- Alessandro Brito, diretor de gestão esportiva da SAF, disse que a situação é complexa e envolve MLS, termos políticos e garantias.
- O clube trabalha para resolver o transfer ban e precisa caminhar de forma independente, após a ruptura societária entre John Textor e Ares.
- Nesta janela, o Botafogo vendeu Marlon Freitas ao Palmeiras e tem propostas por outros jogadores; David Ricardo teve saída encaminhada para a Europa.
- John Textor é o dono da SAF do Botafogo e não pôde comparecer à apresentação de Martín Anselmi.
Alessandro Brito e Léo Coelho, operadores da SAF do Botafogo, falaram sobre o transfer ban que o clube enfrenta. A punição é da FIFA e está em vigor há 22 dias, impedindo o registro de reforços. O tema foi explicado durante a apresentação de Martín Anselmi como novo técnico.
Brito representou John Textor, que não pôde comparecer. O diretor de gestão esportiva disse que a situação envolve a dívida pela aquisição de Thiago Almada e que os trabalhos para solução são incansáveis, ainda que não seja simples, com questões ligadas à MLS e termos políticos.
O clube tem operado com foco financeiro próprio, especialmente desde o rompimento societário entre Textor e Ares. A SAF admite a necessidade de ajustar o elenco, com venda de players em estudo para equilibrar as contas.
Na janela de transferências, o Botafogo já vendeu Marlon Freitas ao Palmeiras. Há propostas por outros atletas do elenco, enquanto o zagueiro David Ricardo também teve saída encaminhada para o futebol europeu.
John Textor, parceiro e dono da SAF, está ligado à gestão, conforme destacado pelos interlocutores. A situação do transfer ban é central para as decisões estratégicas do clube neste momento.
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