- Ifab recusou avançar com a chamada “Lei Wenger” para alterar a regra do impedimento.
- A decisão foi tomada em reunião realizada em Londres na terça-feira (20).
- Antes, Uefa e as quatro federações britânicas fundadoras já haviam sinalizado oposição à proposta de Arsène Wenger; a FIFA via potencial de jogo ofensivo.
- Embora descartada a aplicação imediata, o Ifab manteve testes sobre o impedimento em competições específicas.
- A Premier League do Canadá manifestou interesse em realizar testes com o modelo proposto.
A International Football Association Board (Ifab) decidiu nesta terça-feira (20) em Londres não avançar com a chamada “Lei Wenger”, que propunha mudanças na regra do impedimento. A medida mantém o tema fora da pauta de alterações imediatas nas Leis do Jogo.
Antes da reunião, a UEFA e as quatro federações britânicas fundadoras da Ifab — Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte — já haviam sinalizado oposição à proposta. A ideia era que a infração fosse marcada apenas se o atacante estivesse com o corpo completamente à frente do defensor.
A proposta, defendida por Arsène Wenger, dizia que o impedimento ocorreria somente quando o atacante estivesse totalmente à frente do último defensor. Entidades ressaltaram que a mudança poderia dificultar a organização defensiva das equipes.
Apesar do descarte imediato, a Ifab manteve a possibilidade de testes relacionados ao impedimento em competições específicas. A entidade informou que as experiências seguirão em etapas com diferentes torneios. De acordo com a BBC, a Premier League do Canadá manifestou interesse em testar o modelo proposto por Wenger.
Contexto e próximos passos
O grupo reiterou que mudanças mais profundas não devem entrar em vigor de imediato. A decisão mantém abertas linhas de estudo para futuras avaliações, sem fixação de prazo para implementação. A discussão continua sob monitoramento de órgãos nacionais e internacionais.
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