- O jogador Rodriguinho, da base do São Paulo, foi vendido ao Bragantino por 3 milhões de dólares; o Tricolor fica com 20% dos direitos econômicos do atleta.
- O contrato dele com o São Paulo iria até 2026, mas as partes não estenderam o vínculo, e a assinatura ficou pendente.
- A negociação foi destravada pela situação política do clube, com Massis atuando como presidente em exercício e conduzindo o acordo.
- Rodriguinho treinava no CT, mas não era relacionado para os jogos da temporada enquanto a negociação avançava; houve consulta de empréstimo a outros clubes.
- O acordo impede que o jogador fique sem time ao fim da temporada e evita o risco de ele assinar pré-contrato no meio do ano para deixar o São Paulo de graça.
O São Paulo confirmou a venda de Rodriguinho para o Bragantino. O acordo envolve transferência por cerca de 3 milhões de dólares, com o Tricolor mantendo 20% dos direitos econômicos do jogador. A negociação ocorreu após o jogador atuar em 2025, mas o contrato vigente até o fim de 2026 não foi renovado.
Rodriguinho foi revelado pela base do São Paulo e teve passagem por 2025 com minutos consideráveis, mas não integrava o elenco para os jogos da temporada. O negócio foi “destravado” pela atual presidência em exercício do clube, Massis, segundo apuração do Lance!.
A negociação estava avançada e só faltava a assinatura formal, que ocorreu após a definição sobre a posição institucional do clube no momento. O atacante treinava normalmente no CT, porém não era relacionado para as partidas de 2026 enquanto a tratativa avançava.
Segundo o relatório do Lance!, o Bragantino ficará com Rodriguinho pelo menos até o fim do contrato, com possibilidade de novas negociações no futuro, caso o jogador tenha valorização. O clube paulista receberá 80% do valor da venda para compensar a negociação.
Além do Bragantino, houve registro de interesse de outras equipes, incluindo o Botafogo, em censurar a possibilidade de empréstimo. O São Paulo, por sua vez, avaliou a estratégia para evitar que Rodriguinho ficasse sem clube caso o negócio não fosse concluído.
A situação gerou desconforto entre atletas que estavam em posição semelhante, com receio de perder espaço sem garantias contratuais futuras. O clube enfatizou a cautela para evitar que o jogador assinasse pré-contrato com outra equipe no meio do ano, o que poderia render saída sem custos.
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