- John Textor prometeu um novo investimento de 50 milhões de dólares no Botafogo e pediu confidencialidade nas negociações com o fundo Ares.
- O aporte, segundo ele, precisa permanecer sigiloso para não atrapalhar o clube com exposição na imprensa.
- O Botafogo encara dívida com o Atlanta United pela compra de Thiago Almada, e a CAS impôs transfer ban de três janelas.
- Textor não aparece no Rio de Janeiro desde o fim de 2025 e enfrenta disputas judiciais com sócios da Eagle e com o fundo Ares.
- Torcedores protestaram no entorno do Estádio Nilton Santos cobrando transparência sobre finanças do clube e o transfer ban.
O empresário John Textor sinalizou um novo aporte ao Botafogo, estimado em 50 milhões de dólares, durante entrevista ao vivo. Ele pediu confiança aos torcedores, ressaltando a necessidade de confidencialidade nas negociações com o fundo Ares para não prejudicar o clube.
Texto afirma que negociações com Ares devem permanecer sigilosas para evitar impactos negativos nas finanças do Botafogo. A declaração ocorreu em meio a um momento de tensão com a torcida e a diretoria, segundo informações da SAF.
Ameaça de punição financeira e dívida com Atlanta United
O Botafogo enfrenta uma cobrança do Atlanta United referente à dívida pela compra de Thiago Almada. A equipe norte-americana acionou a FIFA, e a CAS impôs transfer ban de três janelas, limitando contratações.
Ausência de Textor e desdobramentos internos
O empresário não tem participado de atividades no Rio de Janeiro desde o fim de 2025, o que tem gerado questionamentos entre funcionários da SAF e membros da diretoria em meio às disputas societárias com Eagle e o fundo Ares.
Protestos de torcedores antes do jogo contra o Bangu
Horas antes do jogo contra o Bangu, pela quarta rodada do Carioca, torcedores ocuparam uma rua de acesso ao Estádio Nilton Santos para cobrar transparência na gestão. As cobranças também se referem ao transfer ban e à situação financeira do clube.
Reuniões com a diretoria da SAF
Na última sexta-feira, outros grupos de torcidas organizadas se reuniram com a diretoria da SAF para ouvir a posição do clube sobre o transfer ban e o cenário financeiro. Não houve participação de todas as turmas no protesto, segundo relatos.
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