- Ademir da Guia atuou pelo Palmeiras de 1962 a 1977, com 902 jogos oficiais, recorde do clube.
- Foi o cérebro das Primeira e Segunda Academias, formando parceria histórica com Dudu e ditando o ritmo do jogo.
- Gols entre 153 e 155; o meia organizador tem o 3º maior total de gols da história do clube, atrás de Heitor e César Maluco; vitórias, empates e derrotas somam, respectivamente, cerca de 512–514; 233; 156–157; aproveitamento acima de 65%.
- Títulos incluem Taça Brasil (1967), Torneio Roberto Gomes Pedrosa (1967, 1969), Campeonato Brasileiro (1972, 1973), Troféu Rio–São Paulo (1965) e Paulistas (1963, 1966, 1972, 1974, 1976); além de troféus internacionais como Ramón de Carranza (1969, 1974, 1975).
- Marcos marcantes: primeiro jogo em 22 de fevereiro de 1962 contra o Corinthians; último gol oficial em 24 de abril de 1977 contra a Portuguesa; despedida em 22 de janeiro de 1984 contra a Seleção Paulista.
Ademir da Guia foi o rosto que moldou a identidade do Palmeiras nas décadas de 1960 e 1970. Mestre da Academia, ele organizou o meio-campo com visão, controle de ritmo e passes precisos, conduzindo o time a títulos e grandes jogos.
Foram 902 partidas oficiais pelo clube, mantendo-se como recordista. Artilheiro moderado para um meia, somou gols relevantes e participou dos momentos decisivos que definiram as fases de ouro da equipe.
Trajetória no Palmeiras
Apareceu no Palmeiras vindo do Bangu e estreou em 22 de fevereiro de 1962, na vitória sobre o Corinthians. Entre 1962 e 1977, atuou em 16 temporadas seguidas, tornando-se o cérebro das duas Academias.
Retornou em 1984, numa despedida marcada por um amistoso contra a Seleção Paulista, fortalecendo o vínculo com o clube. Foi parceiro estratégico de Dudu, formando uma das duplas mais lembradas do futebol brasileiro.
Jogos, gols e recordes
O clube aponta números consistentes: 902 partidas oficiais pelo Palmeiras, recorde da história. O aproveitamento supera 65%, com 156–157 derrotas, 233 empates e cerca de 512–514 vitórias.
Entre os forwards, figura como terceiro maior artilheiro do clube, com 153–155 gols. A produção ofensiva se aliou à capacidade de construir o jogo, caracterizando o meia organizador.
Momentos marcantes
O primeiro jogo foi 22/02/1962, com vitória por 3–0 sobre o Corinthians. O primeiro gol ocorreu em 15/04/1962, na derrota para a Inter de Limeira. A despedida oficial aconteceu em 22/01/1984, diante da Seleção Paulista.
Esses marcos ajudam a entender uma carreira dedicada integralmente ao Palmeiras, símbolo de fidelidade ao clube.
Títulos conquistados
Ademir soma troféus nacionais como Taça Brasil (1967) e o Brasileirão (1972, 1973). Venceu o Torneio Roberto Gomes Pedrosa em 1967 e faturou o Rio–São Paulo em 1965.
No Paulistão, foram cinco taças (1963, 1966, 1972, 1974, 1976). Também conquistou troféus internacionais, como os Ramón de Carranza (1969, 1974, 1975) e o Laudo Natel (1972).
Estilo e legado
Como meia clássico, Ademir ditava o ritmo do jogo com leitura de campo, posse de bola e posicionamento. Chamado de Divino, uniu defesa e ataque, sendo decisivo em grandes partidas com gols, assistências e controle tático.
Mesmo com poucos jogos pela Seleção Brasileira, seu status no Palmeiras é amplificado por rankings de maiores camisas 10 e pela influência estética que deixou no futebol brasileiro.
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