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Blatter sugere que fãs não viajem aos EUA para a Copa do Mundo

Blatter apoia boicote a jogos da Copa do Mundo nos Estados Unidos por questões de segurança, alinhando-se a Pieth e alimentando controvérsia sobre a sede do torneio

Sepp Blatter gave his support to comments from a Swiss lawyer who has called for fans to boycott the World Cup.
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  • Sepp Blatter disse, nas redes sociais, que apoia boicote de torcedores à Copa do Mundo nos Estados Unidos por preocupações de segurança.
  • Ele endossou comentários do advogado suíço Mark Pieth, que defendeu que fãs não viagem ao país para o torneio.
  • Pieth citou a morte de Renee Good, uma manifestante, por um agente de imigração em Minneapolis, como motivo para não ir ao evento.
  • O escritor também menciona a morte de Alex Pretti, um cidadão americano, ocorrido no fim de semana anterior.
  • A Copa do Mundo está prevista para acontecer de 11 de junho a 19 de julho, nos Estados Unidos, Canadá e México.

Sepp Blatter, ex-presidente da Fifa, afirmou em redes sociais que apoia o boicote de torcedores aos jogos da Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos, citando preocupações com a segurança no país.

A posição acompanha comentários do advogado suíço Mark Pieth, especialista em anticorrupção, que colaborou com a Fifa em reformas. Pieth sugeriu que fãs devem evitar viajar aos EUA para o torneio.

Segundo Pieth, foram citados incidentes como a morte de uma manifestante em Minneapolis e a atuação de serviços de imigração como fatores para desencorajamento de torcedores, destacando também a morte de outro cidadão americano no fim de semana anterior.

A Copa do Mundo está programada para ser realizada conjuntamente pelos EUA, Canadá e México, de 11 de junho a 19 de julho de 2026. Ainda não houve confirmação de afastamentos de fãs em massa.

Blatter deixou a Fifa em 2015, após uma série de escândalos, sendo sucedido por Gianni Infantino, que manteve vínculos estreitos com figuras do futebol mundial. O ex-líder permanece envolvido em declarações públicas sobre o esporte.

No mesmo contexto, o ex-presidente da Uefa, Michel Platini, foi originalmente citado em críticas a Infantino, mas foi absolvido em relação a casos envolvendo pagamentos à Platini. Platini afirmou que Infantino demonstra um estilo de gestão centralizado e vinculado ao poder.

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